IBGE projeta mais de 1 milhão de inscritos para Censo 2022

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Os candidatos aprovados terão contratos de trabalho temporários com possibilidade de prorrogação. (Rafael Henrique/Getty Images)
Os candidatos aprovados terão contratos de trabalho temporários com possibilidade de prorrogação. (Rafael Henrique/Getty Images)
  • Inscrições para o concurso de recenseador e agente foram prorrogadas para o dia 21/01.

  • Há 200 mil vagas abertas com nível de ensino fundamental e médio como requisito.

  • O Censo 2022 ocorre dois anos após o planejado por conta da pandemia e da falta de verba.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (03/01), o coordenador de Recursos Humanos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Bruno Malheiros, estima que as inscrições para trabalhar no Censo Demográfico 2022 cheguem a um milhão.

A estimativa vem após a prorrogação do prazo de inscrição das mais de 200 mil vagas abertas para o dia 21 de janeiro. O data de inscrição foi postergada no último dia 30.

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De acordo com Malheiros o período de festas de fim de ano desfavoreceram o cadastro dos candidatos e a prorrogação era tida como esperada. O coordenador de RH também espera que pessoas empregadas em contratos temporários de final de ano se inscrevam.

Há vagas

Há três tipos de vagas disponíveis para o concurso do Censo 2022: recenseador, ACS (agente censitário supervisor) e ACM (agente censitário municipal). O maior número de vagas é para recenseador com 183.021 vagas, seguido por 18.420 de ACS e 5.450 de ACM.

As inscrições devem ser feitas no site da organizadora da prova, a FGV (Fundação Getulio Vargas). Para o cargo de recenseador a taxa de inscrição é R$ 57,50 e para agente censitário é R$ 60,50. A prova será realizada em 10 de abril e o resultado final será divulgado em 20 de maio.

Até o momento o concurso já recebeu mais de 650 mil inscrições.

Censo 2022

O Censo Demográfico é uma pesquisa de campo e examina diversos dados da população brasileiras, desde moradores de uma casa até a emprego e hábitos de consumo. As informações apuradas servem de base para análises do IBGE e aplicação de políticas públicas.

O recenseamento é previsto para cada dez anos, mas por conta da pandemia da Covid-19, em 2020, e a falta de verba no orçamento federal, em 2021, o Censo foi postergado para este ano, após uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em obrigar a realização da pesquisa.

Com informações do Folha de São Paulo.

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