Idosa asiática é agredida na rua nos EUA, e seguranças ficam imóveis

Redação Notícias
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Idosa asiática foi agredida em Nova York - Foto: Reprodução
Idosa asiática foi agredida em Nova York - Foto: Reprodução
  • Idosa asiática foi agredida quando caminhava pela rua em Nova York

  • Suspeito disse que ela "não pertence a esse lugar" e fugiu após a agressão

  • Episódio foi mais um de violência contra asiáticos nos Estados Unidos

Mais um crime de ódio contra uma pessoa asiática foi registrado nos Estados Unidos. Uma idosa de 65 anos foi brutalmente atacada por um homem em Nova York na última segunda-feira. Seguranças que estavam na proximidade apenas observaram, sem qualquer reação.

Câmeras de segurança na região de Midtown Manhattan registraram o momento da agressão. O homem, que não foi identificado, anda em direção à mulher e, sem qualquer motivação aparente, inicia uma série de agressões com chutes. Primeiro, em sua cintura. Depois, acertando pisões em sua cabeça.

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Segundo testemunhas, o homem gritou ofensas xenofóbicas durante a agressão. “Vai se f…, você não pertence a esse lugar”, teria dito. Ele conseguiu fugir e está sendo procurado pela polícia.

A cena foi observada de dentro de um prédio por diversos homens, que não esboçaram nenhuma ação de auxílio à idosa. Seguranças também viram a agressão. Um deles apenas fechou a porta do prédio.

Agressor não foi identificado - Foto: Reprodução
Agressor não foi identificado - Foto: Reprodução

A idosa ficou ferida e foi encaminhada para um hospital nas redondezas com uma fratura na região pélvica. De acordo com o boletim médico, seu quadro é estável.

Crimes de ódio contra asiáticos

Agressões físicas e verbais contra asiáticos tornaram-se comuns nos Estados Unidos nos últimos meses. Isso porque parte dos norte-americanos os consideram responsáveis pela pandemia da Covid-19.

Recentemente, tiroteios em três spas asiáticos deixaram oito mortos em Atlanta, na Geórgia. Já na última segunda-feira, um passageiro agrediu e deixou desacordado um homem asiático no metrô em Nova York.

A situação provocou reação do presidente Joe Biden. Ele admitiu que trata-se de um momento “muito preocupante” e classificou os ataques como “brutais”.