Ilhabela estuda preencher faixa de areia na praia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Toninho Colucci, prefeito de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, prepara licitação para realizar um estudo sobre jazidas de areias que podem ser usadas para preencher faixas de praia no município.

Segundo ele, não se trata de um projeto de engordamento da praia como foi feito em Balneário Camboriú (SC), mas tem semelhanças técnicas.

"O objetivo é repor areia em alguns trechos de praia que, durante os anos, em função do aumento da maré, do porto de São Sebastião, da ampliação do terminal Almirante Barroso, do fundeamento de alguns navios, o fluxo de água mudou e consumiu algumas praias da cidade", diz o prefeito.

Colucci afirma que a ideia começou a ser analisada em 2015 e foi levada ao INPH (Instituto Nacional de Pesquisas Hidrovárias). Ele prevê a necessidade de algo em torno de 400 mil a 500 mil metros cúbicos de areia.

"Estamos avaliando fazer esses estudos, vamos fazer audiência pública, mostrar que é uma recuperação de faixa de areia, não um engordamento, como é o caso de Camboriú, mas tem muitos princípios parecidos", afirma o prefeito, que recentemente esteve em Santa Catarina para visitar as obras.

Colucci cita o trecho do Perequê que se estende até o centro, intercalando intervenções em algumas partes de uma orla de 5 quilômetros.

"Tem necessidade em diversas áreas, mas a princípio a ideia é fazer. Por exemplo, até na praia de Castelhanos, não por interferência do porto, mas em função do derretimento das geleiras, da elevação do mar, já tem áreas onde aconteceram fenômenos que, de alguma forma, atingiram as praias. As questões ambiental e econômica, de desenvolvimento turístico, são importantes", diz.

Segundo o prefeito, o estudo deve levantar jazidas próximas para tornar a operação menos complexa e custosa.

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