Para que serve o imposto de renda?

IMPOSTO DE RENDA 201,Declaração IRPF 2019
IMPOSTO DE RENDA 201,Declaração IRPF 2019

Por Jaqueline Falcão

Todos os anos, no primeiro semestre, milhares de brasileiro se voltam para uma das mais temidas prestações de conta sobre os seus rendimentos: a declaração anual do imposto de renda. É também conhecida como o acerto de contas com o leão – a imagem do animal foi usada por quatro décadas na divulgação do programa do IR.

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Mas, para que serve esta prestação de contas com o governo federal? E por que tanta gente teme o IR?

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É através desta declaração que o governo sabe qual a sua renda anual e analisa se os impostos cobrados se adequam a este patamar financeiro. Quem ganha mais, paga mais imposto.

“O Imposto de Renda (declaração) serve para informar ao fisco os rendimentos obtidos pelas pessoas físicas, rendimentos tributáveis, isentos ou tributáveis na fonte. No IR também são informados bens e direito e ainda dívidas e ônus do contribuinte”, exemplifica Carlos Scagnolato, diretor técnico da Conceitos e Planejamento Empresarial.

Na hora de preencher, é preciso informar dados pessoas, como números do CPF, RG e título de eleitor. Também é imprescindível ter em mãos os comprovantes de todos os ganhos, bem como das despesas ao longo do ano anterior - escolas, plano de saúde, previdência privada entre outros.

Vale lembrar que o contribuinte tem até as 23h59 do dia 30 de abril, horário de Brasília, para enviar a declaração para a Receita Federal.

Guarde os comprovantes por 5 anos

A Receita Federal pode exigir os comprovantes que deram origem aos lançamentos de seus ganhos na declaração de imposto de renda da pessoa física. Estes devem ser guardados pelo prazo de cinco anos, contados a partir do ano da declaração.

“Mesmo que a Receita processe sua declaração e ela não caia na malha fina, a Receita se reserva ao direito de fazer uma auditoria nesse prazo de guarda dos documentos”, orienta Scagnolato.

A Receita Federal faz cruzamento de informações, e uma delas é com a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), que deve conter os contribuintes que tiveram o imposto de renda retido na fonte. Scagnolato lembra que qualquer divergência entre as informações prestadas pela empresa na DIRF com a sua declaração será passível de conferência, para apurar de onde vem o erro ou omissão.

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