Incêndio em prédio na avenida 9 de Julho mobiliza bombeiros em SP

SÃO PAULO, SP, 09.06.2022 - INCÊNDIO-SP - Nove viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para combater um incêndio em apartamento no sexto andar de prédio residencial no número 400 da avenida 9 de Julho, na Bela Vista, região central de São Paulo, no início da madrugada desta quinta-feira (9). (Foto: Silas Martí/Folhapress)
SÃO PAULO, SP, 09.06.2022 - INCÊNDIO-SP - Nove viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para combater um incêndio em apartamento no sexto andar de prédio residencial no número 400 da avenida 9 de Julho, na Bela Vista, região central de São Paulo, no início da madrugada desta quinta-feira (9). (Foto: Silas Martí/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nove viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para combater um incêndio em apartamento no sexto andar de prédio residencial no número 400 da avenida 9 de Julho, na Bela Vista, região central de São Paulo, no início da madrugada desta quinta-feira (9).

As labaredas e a fumaça preta que saíram do prédio chamaram a atenção dos vizinhos e de motoristas e pedestres que passavam pelo local. O fogo provocou gritaria e buzinaço na região.

Segundo os bombeiros, quatro pessoas precisaram ser atendidas pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) por causa da inalação de fumaça.

A SPTrans precisou desviar ônibus que passam pela região. A situação começou a ser normalizada às 3h30, com a circulação de ônibus voltando gradativamente no local.

Nas redes sociais, um dos vizinhos lembrou que o incêndio desta madrugada aconteceu em prédio localizado perto do edifício Joelma, no centro de São Paulo. No dia 1ª de fevereiro de 1974, um incêndio no Joelma matou 188 pessoas, no que foi uma das piores tragédias da cidade.

Outro caso famoso na região central, no edifício Andraus, na avenida São João, completou 50 anos em fevereiro. Dezesseis pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas na tragédia que é precursora das primeiras normas de segurança contra incêndios no estado, que entraram em vigor em 1983.

Em 2018, também no Centro, o edifício Wilton Paes de Almeida, no largo do Paissandu, foi engolido pelo fogo e desabou na madrugada do dia 1º de maio. O prédio, antiga sede da Polícia Federal, tinha 24 andares e era ocupado por famílias sem-teto. A tragédia provocou a morte de sete pessoas e o desaparecimento de duas.

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