Influenciador baiano nega que deva R$ 85 mil à ex-namorada Sthe: 'Mentira'

Após DNA, polêmica com influenciadores baianos, Abner e Sthe vira caso de polícia

O influenciador baiano Abner Pinheiro voltou a se pronunciar sobre a polêmica envolvendo a ex-namorada Sthefane Matos e o filho dos dois. O caso se tornou público após o jovem publicar um vídeo desesperado depois de receber o resultado do exame DNA, que atestou negativo para a paternidade biológica. Desta vez, ele negou que deva o valor de R$85 mil para sua ex.

"Mentira", alegou ele, em resposta a um de seus seguidores.

Isso porque Sthe, que também é influenciadora, falou sobre a dívida. O dinheiro, conforme a jovem disse na ocasião, foi usado em "cirurgias, para abrir um negócio e contas que pagava."

"Tomara que você ganhe dinheiro e me pague meus R$ 85 mil que está me devendo", cobrou ela, à época.

Além de abordar o assunto, Abner dissse ainda que se diz arrependido de ter tornado o caso público. Argumenta que tudo aconteceu "no calor da emoção" e que "agiu sem pensar":

"Agi sem pensar, no calor da emoção. Foi um baque na minha vida, nunca passei por coisa parecida. Para mim, meu mundo acabou ali. Mas também sei que tudo poderia ter sido diferente, se eu tivesse colocado a razão no lugar da emção... Me deixei levar por uma onda de sentimentos que não dá nem para explicar. Agora é hora de levantar a cabeça e esperar por dias melhores,"  explicou ele, além de reiterar que fora traído.

Entenda o caso

A polêmica sobre a traição viralizou na última segunda-feira, após Abner postar um vídeo desesperado depois de receber um teste de DNA. Logo em seguida, a então namorada Stefane Matos também fez um vídeo alegando que "ele sempre soube" do caso.

'Ele já sabia', diz ex

Stefane Matos diz que foi pega de surpresa pelo vídeo gravado por Abner Pinheiro. "Ele sempre soube. Nunca quis enganar ninguém até porque sei o que é ser enganada", diz ela, também num vídeo gravado e compartilhado no instagram.

Sthe disse que, após a polêmica vir à tona, irá "protocolando uma queixa formal na delegacia, Ministério Público, Conselho Tutelar e Vara Cível".