Inserções de TV emocionaram Lula e tiveram aval do PT, diz equipe de comunicação em reação a críticas

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 12.04.2022 - O ex-presidente Lula (PT) discursa para índios do Acampamento Terra Livre, em Brasília. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 12.04.2022 - O ex-presidente Lula (PT) discursa para índios do Acampamento Terra Livre, em Brasília. (Foto: Antonio Molina/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Incomodados com as críticas vindas de membros do PT sobre a qualidade das inserções de TV com a presença de Luiz Inácio Lula da Silva, integrantes da equipe de comunicação do ex-presidente dizem que os filmes de 30 segundos foram aprovados "com louvor" pelos principais dirigentes partidários.

Isso inclui, além do próprio Lula, a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, o presidente da Fundação Perseu Abramo, Aloizio Mercadante, o futuro tesoureiro da campanha, Márcio Macedo, e o coordenador da comunicação do ex-presidente, Franklin Martins.

Um dos vídeos, que mostra uma mulher de 54 anos relatando como conseguiu entrar numa universidade federal graças à política de cotas e ao Fies (programa de financiamento estudantil), chegou a provocar lágrimas no ex-presidente, segundo relatos (veja abaixo).

As inserções do PT vêm sendo produzidas pela agência MPB, do publicitário Augusto Fonseca, após processo de seleção comandado por Franklin.

A disputa por espaço colocou Franklin em choque com o secretário de Comunicação do partido, Jilmar Tatto.

Internamente, houve uma avaliação de que as inserções causaram pouco impacto. Um exemplo citado foi o uso do slogan "Se a gente quiser, a gente pode", versão morna do "Yes, we can" (sim, podemos), do ex-presidente americano Barack Obama.

Integrantes da comunicação de Lula também reclamam do pouco tempo que tiveram para produzir 11 inserções de TV.

A ideia inicial era veiculá-las em junho, mas este período, considerado melhor por estar mais próximo do início da campanha, foi ocupado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O PT acabou ficando com o mês de abril, no que foi atribuído a uma falha de articulação da legenda.

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