Instituto Butantan pede uso emergencial da CoronaVac à Anvisa

Anita Efraim
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Sao Paulo Governor Joao Doria, second from left, Sao Paulo state Health Secretary Dr. Jean Gorinchteyn, far left, and Butantan Institute Director Dimas Covas, right, pose for photos next to a container carrying the experimental COVID-19 vaccine CoronaVac after it was unloaded from a cargo plane that arrived from China at Guarulhos International Airport in Guarulhos, near Sao Paulo, Brazil, Thursday, Nov. 19, 2020. The experimental vaccine is being tested in a partnership with the Butantan Institute and Chinese pharmaceutical company Sinovac. (AP Photo/Andre Penner)
CoronaVac é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês SinoVac (Foto: AP Photo/Andre Penner)

O Instituto Butantan já enviou os documentos necessários para a Anvisa para pedir o uso emergencial da CoronaVac. A vacina contra o coronavírus é produzira em parceria pelo Butantan e pelo laboratório chinês SinoVac.

O pedido foi feito durante a reunião entre representantes do Instituto Butantan e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo estudos feitos no Brasil com 13 mil voluntários, o imunizante apresentou eficácia de 78%.

O prazo para aprovação do uso emergencial pela Anvisa é de dez dias, enquanto o pedido de registro definitivo pode demorar até 60 dias.

A promessa do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), é que o estado começará a vacinação em 25 de janeiro. A prioridade será de profissionais da saúde, indígenas, quilombolas e idosos a partir de 60 anos.

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A CoronaVac também está incluída no Plano Nacional de Imunização, do ministério da Saúde. A previsão é de que a vacinação em âmbito federal comece em fevereiro, mas ainda não há data definida.

Em entrevista coletiva, o tucano confirmou a data. "O objetivo é iniciar a vacinação em SP no dia 25 de janeiro conforme programado. E fornecer a vacina para todo Brasil através do Ministério da Saúde”.

Além da CoronaVac, o governo federal prevê o uso da vacina desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. No entanto, ainda não foi feito o pedido de uso emergencial do imunizante. A vacina da Pfizer, usada nos Estados Unidos, União Europeia, Israel e outros países, ainda não foi comprada pelo Brasil.