Integrantes de quadrilha que clonavam carros de luxo são presos antes de novo golpe

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RIO — A Polícia civil prendeu Fabrício Batista da Silva, de 27 anos, e Paulo Victor Ferreira da Silva, de 34, dois integrantes de uma quadrilha de clonagem de carros. Ao descobrirem que os criminosos aplicariam um novo golpe de venda de um automóvel no Catete, na Zona Sul do Rio, os agentes montaram uma operação e renderam os homens, que não reagiram e se entregaram. As imagens foram veiculadas no "RJ1", da TV Globo.

A quadrilha atua receptando veículos roubados, falsificam documentos e anunciam os veículos em sites. Um deles, visto pela Polícia durante as investigações, aparecia sendo vendido por R$ 118 mil. Eles também tinham mostrado o veículo a um possível interessado em um estacionamento de um shopping na Zona Norte da cidade.

Com os suspeitos, os policiais encontraram chaves e manuais de carros, cartões, celulares e documentos falsos. E outro carro clonado foi apreendido na Ilha do Governador. A Polícia Civil estima que mais de 40 pessoas, apenas no Rio, tenham caído no golpe. A quadrilha atua por todo o país.

"As vítimas têm tido prejuízo bem significativo, porque eles só comercializam veículos de alto padrão. São veículos comercializados que ultrapassam o valor de R$ 100 mil. Então, a cada veículo que eles conseguem efetivar a venda, eles arrecadam cerca de R$ 100 a 150 mil”, disse o delegado Neilson Nogueira ao "RJ1".

Os integrantes da quadrilha também são suspeitos de envolvimento na morte do médico Cláudio Marsili, de 64 anos, em outubro, na Barra da Tijuca. Câmeras de segurança flagraram um carro igual ao usado pelo médico, que tinha sido encomendado para ser clonado.

Paulo Victor e Fabrício vão responder por organização criminosa, receptação qualificada, uso de documento falso e adulteração de veículos.

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