Inteligência crê em direita atacando a si mesma para culpar esquerda em 7/9

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro se reuniram em São Paulo, em 7 de setembro do ano passado (Foto: Amauri Nehn/NurPhoto via Getty Images)
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro se reuniram em São Paulo, em 7 de setembro do ano passado (Foto: Amauri Nehn/NurPhoto via Getty Images)

Órgãos de inteligência investigam uma suspeita de ataques no 7 de setembro com viés golpista e com o objetivo de mudar o curso da eleição que ocorrerá em outubro envolvendo grupo radicais de direita.

O ato criminoso seria realizado para ferir os próprios bolsonaristas, causar pânico na população e, em seguida, culpar a esquerda. A suspeita foi confirmada à revista Veja por dois oficiais desses órgãos de inteligência que não têm nenhum viés ideológico.

As fontes da informação, ainda de acordo com a Veja, não citaram o envolvimento de setores do Exército ou da Polícia Militar, que há mais de 40 anos agiram como órgãos terroristas.

O atentado do Riocentro, em 1981, foi organizado por setores radicais do Exército e da PM do Rio para incriminar grupos de esquerda que era contrários à ditadura militar.

Ainda de acordo com a reportagem, os oficiais se preocupam que o atentado aconteça justamente contra os militares, ou que atinja grandes aglomerações —implicando a narrativa falaciosa que demência a volta do PT (Partido dos Trabalhadores) ao poder.

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