Interpol demora a acrescentar bolsonaristas na lista de procurados

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BRASÍLIA — A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) ainda não atendeu aos pedidos de autoridades brasileiras para incluir bolsonaristas investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na lista internacional de procurados. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a Interpol rejeitou o pedido de autoridades brasileiras para adicionar o caminhoneira Zé Trovão e ainda não respondeu pedido de colocar o influenciador Allan dos Santos na difusão vermelha, categoria usada pela instituição internacional para notificar as demais polícias sobre foragidos procurados. É comum que a inclusão na lista ocorra de maneira rápida, o que não aconteceu dessa vez.

O Interpol reúne representantes de cerca de 200 países e é uma organização internacional que facilita a cooperação policial mundial e o controle do crime. A lista de difusão vermelha funciona como um alerta para que os aproximadamente 190 países-membros da instituição saibam que há mandados de prisão pendentes contra criminosos procurados em seus países de origem, permitindo que sejam presos e extraditados.

Desde que o caminhoneiro Zé Trovão e o influenciador Allan dos Santos tiveram prisão decretada, o Brasil enviou o pedido à Interpol para inclusão na difusão vermelha. O pedido foi enviado pela Polícia Federal (PF), órgão que representa o Brasil na Interpol.

De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a difusão vermelha deve ser acessada em casos de "ordem de prisão por decisão judicial criminal definitiva, de sentença de pronúncia ou de qualquer caso de prisão preventiva em processo crime".

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