Invasão no CT do Botafogo pode afastar reforços, diz Textor

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Sócio majoritário do Botafogo comentou sobre a invasão de torcedores organizados e alertou sobre reforços.
Sócio majoritário do Botafogo comentou sobre a invasão de torcedores organizados e alertou sobre reforços. Foto: (Vitor Silva/Botafogo)

Sócio majoritário da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Botafogo, John Textor concedeu sua primeira entrevista ao vivo no Brasil e comentou sobre diversos assuntos, desde possíveis reforços para a próxima janela de transferências até a invasão do Centro de Treinamentos Espaço Lonier, na última semana.

O mandatário alvinegro afirmou que o lamentável episódio pode fazer com que possíveis reforços, que estivessem alinhados com as ideias do clube, não queiram mais se juntar ao projeto por causa da violência: "O jogador que antes podia vir pode não vir mais por causa daquele dia (da invasão). Você tem direito de berrar "vergonha", mas isso faz o seu time ganhar? Isso faz o seu time jogar melhor no segundo tempo? No estádio, eu peço que os torcedores apoiem nossos jogadores e pensem como podem ajudar esses jogadores. Segure seu grito de vaia, é o que eu peço".

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Buscando novos nomes de impacto para o Botafogo, após as decepções com o japonês Keisuke Honda e o marfinense Salomon Kalou, Textor confirmou que o clube sondou o atacante uruguaio Edinson Cavani e que chegou a conversar com o colombiano James Rodríguez, quem espera convencer de atuar pelo clube da estrela solitária: "A história do Cavani foi verdade, o James... Ele me disse que está em busca de um novo desafio. Conversamos com ele, espero poder convencê-lo. Mas não se trata só de nome famoso, ele tem que jogar bola".

União entre seus clubes

Após confirmar que adquiriu 66,5% do Lyon, da França, Textor comentou que busca a união entre todos os seus clubes (Botafogo, o Crystal Palace e o Lyon), como se fosse uma família: "Nós tentamos criar uma família entre os nossos clubes. Que trabalham juntos. Organicamente, nossos torcedores entendem isso. Isso foi uma coisa muito legal quando compramos o Botafogo. É totalmente distinto do meu investimento no Crystal Palace, mas os torcedores do Rio de Janeiro começaram a se conectar com os de Londres, começaram a trocar culturas, camisas, não competem com os outros. Redes sociais são muito boas para isso. Agora eu vejo pessoas com a camisa do Crystal Palace no estádio Nilton Santos e vejo camisas do Botafogo nos pubs em Londres. E eles se chamam de irmãos. E há menos de 24 horas já fazem isso com o Lyon".

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