IOF: Entenda o que é o imposto que o governo vai aumentar e em que situações ele é cobrado

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O presidente Jair Bolsonaro editou um decreto que aumenta a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O objetivo é elevar a arredação em R$ 2,14 bilhões para custear o Auxílio Brasil, o programa que reformula e amplia o Bolsa Família planejado pelo governo.

Segundo um comunicado do Planalto, a alteração será temporária, mas o governo não informou qual será o aumento da alíquota.

O EXTRA apurou que a alíquota diária para as pessoas jurídicas passará de 0,0041% (referente à alíquota anual de 1,50%) para 0,00559% (referente à alíquota anual de 2,04%).

Já para as pessoas físicas, a alíquota diária de 0,0082% (referente à alíquota anual de 3,0%) será elevada para 0,01118% (referente à alíquota anual de 4,08%).

Entre abril e novembro de 2020, o governo zerou a alíquota de IOF sobre empréstimos, como uma forma de facilitar o acesso ao crédito em meio à crise econômica gerada pela pandemia.

O imposto foi restabelecido no fim do ano passado. Agora, o decreto vai aumentar o imposto pago em várias situações, como na tomada de financiamentos e nas viagens ao exterior. Entenda.

O Imposto sobre Operações Financeiras, como no nome indica, é um imposto cobrado pelo governo em alguns tipos de transações financeiras.

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