Irmã de Neymar é suspeita de fraudar CNH e proibida de viajar sem autorização da Justiça

Irmã de Neymar é suspeita de fraudar CNH e proibida de viajar sem autorização da Justiça

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Rafaella Santos, 22, irmã do jogador Neymar, enfrenta ação judicial por suspeita de fraudar o processo de emissão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação). A irmã do craque do PSG (Paris Saint-Germain) teria solicitado a permissão para dirigir em Hortolândia, (a 109 km de São Paulo). De acordo com o jornal O Dia, Rafaella é suspeita de falsidade ideológica por fornecer seus dados pessoais a uma funcionária do Detran da cidade para emissão da CNH, sem fazer a prova prática e teórica. Para obtenção da primeira habilitação, segundo o Detran, o candidato deve realizar obrigatoriamente os seguintes exames: avaliação psicológica, exame de aptidão física e mental, exame teórico e prático de direção veicular. Segundo o jornal carioca, Rafaella não teria feito esse passo a passo. O processo é de 2015 e corre em segredo de Justiça. A denúncia originou outra ação, que tramita desde julho deste ano, no Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) afirmou que existe uma decisão que determina que Rafaella peça autorização da Justiça sempre que viajar. De acordo com a publicação do jornal O Dia, a irmã do jogador tem que solicitar a autorização caso fique fora de seu domicílio por um período superior a oito dias. Ela também precisa se apresentar periodicamente para informar as suas atividades. A irmã de Neymar é conhecida por passar longos períodos fora do país, especialmente, em Paris onde vive o jogador. Neste domingo (15), ela publicou foto em frente à Torre Eiffel, com uma taça de vinho. O advogado Davi de Paiva Costa Tangerino, que aparece com um dos representantes de Rafaella no processo, disse que não representa mais a jovem, mas afirmou que entrou em contato com a família, que disse que não vai se manifestar sobre o caso. A outra representante seria Silvia Helena Cavalcante de Almeida, do escritório Trench, Rossi e Watanabe. Procurada, a advogada não foi encontrada para comentar sobre o assunto até a publicação deste texto.

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