Irmão caçula de Rodrigo Mussi defende a mãe e diz que já tentou promover a reconciliação na família

São muitos os traumas vividos pelos irmãos Mussi. Durante o 'BBB 22', Rodrigo contou que ele e o irmão Diogo foram abandonados pela mãe e que isso deixou marcas que ninguém pode apagar. A ponto de terem cortado relações com ela. Nesta semana, Diogo fez um desabafo sobre isso em seu perfil nas redes sociais. Rafael Mussi é o caçula da família. Tem 28 anos, mora e trabalha com a mãe, Mara, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Entende as questões dos irmãos, mas diz que sua história com ela é diferente. Mais que isso, conta que já tentou promover a reconciliação na família várias vezes.

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- Não vale mais a pena tentar... Acaba sobrando tudo para mim. Quero o bem dela e o bem deles. Então abraço os dois lados e não quero mais viver esse conflito. Entendo os traumas deles, mas comigo foi diferente. Ela me acolheu quando precisei. Gostaria mesmo que todos estivessem bem, que pudesse haver um grande reencontro... - diz Rafael.

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Atualmente, ele e a mãe têm uma loja de artigos para casamentos. Mas ele pretende mudar de vida e seguir sua vocação: cursou gastronomia e quer abrir um café ou um bistrô. Também está prestes a morar sozinho:

- Está na hora. Eu preciso ter meu espaço, e minha mãe o dela. Eu tenho os meus sonhos, e ela tem os dela.

Segundo Rafael, a mãe foi visitar Rodrigo algumas vezes enquanto ele esteve na UTI, mas, depois que ele retomou a consciência, a distância que existia antes voltou a se estabelecer.

Rodrigo, Diogo e Rafael se falam com frequência. O acidente acabou aproximando mais os irmãos. No último dia 22, houve um churrasco para que Rodrigo conhecesse o sobrinho Luca, filho de Diogo, que nasceu enquanto ele estava intubado no hospital.

Rafael visitou Rodrigo praticamente todos os dias no hospital. Pegava o carro e viajava de São José dos Campos até a capital e depois voltava no mesmo dia:

- Nossa família viveu muitos traumas, mas também teve esse milagre. A recuperação do Rodrigo é isso. Ele chegou no hospital com grau 4 na escala de Glasgow e hoje está em 15, que é o de uma pessoa sem sequelas.

Ele se lembra de como foi angustiante todo o período em que o irmão ficou em coma depois do acidente e como cada progresso era comemorado:

- A gente vibrava com cada pequena coisa. Desde que ele abriu os olhos... Nunca deixei de acreditar.

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