Irmão de Marília Mendonça critica Grammy Latino e brinca: "Ela iria para tomar uma"

Marília Mendonça com Maiara e Maraisa em
Marília Mendonça com Maiara e Maraisa em "As Patroas". Foto: Reprodução/Youtube

Resumo da notícia:

  • Irmão de Marília Mendonça criticou Grammy Latino após cerimônia

  • Cantora não levou prêmio póstumo por "Patroas 35%" com Maiara e Maraisa

  • João Gustavo disse que a irmã iria só parar "tomar uma" e "se divertir"

Irmão de Marília Mendonça usou as redes sociais na noite de quinta-feira (17) para opinar sobre "Patroas 35%", parceria com Maiara e Maraisa, não ter levado o prêmio de Melhor Álbum de Música Sertaneja no Grammy Latino. Em seu perfil do Twitter, João Gustavo criticou a premiação e disse que a cantora falecida em 2021 iria para "tomar uma" e se "divertir".

Inclusive, a vitória na categoria em questão foi de de Chitãozinho & Xororó com o álbum homônimo "Chitãozinho & Xororó Legado", anunciado por Marina Sena sem muita empolgação.

"Maiara e Maraisa e Marília Mendonça vocês são incrivelmente fodas e isso é impossível apagar da história da música brasileira", escreveu o irmão de Marília. "E 'ota' coisa, a Marília que eu conheci não iria pra lá pra ganhar prêmios porra nenhuma, ela ia pra tomar uma e se divertir", completou o cantor.

Na sequência, João Gustavo exaltou o trio e afirmou que elas não precisam de prêmio para serem validadas. "Todo mundo sabe que as meninas já são vencedoras de todos os prêmios existentes pelo fato de quebrar todas as barreiras possíveis, de mostrar para todos que as mulheres tem o seu lugar no topo, são inspiração de uma geração inteira", publicou.

"Infelizmente o Grammy Latino é pequeno demais pra três mulheres que venceram um meio machista, que passaram por muitos julgamentos, que não precisaram se adequar no ‘padrão’ de beleza para conquistarem o mundo. Quem tem uma história de vida e de carreira bonita assim não precisa de prêmio para serem validadas", concluiu.

Vale lembrar que Ludmilla levou a estatueta de Melhor Álbum de Samba e Pagode com "Numanice #2" e Liniker se tornou a primeira artista trans a ganhar o prêmio como vencedora de Melhor Álbum de MPB com "Índigo Borboleta Anil".