Israel diz que não houve mudança no status quo em complexo de mesquita em Jerusalém

·1 min de leitura

JERUSALÉM (Reuters) - Israel disse nesta quinta-feira que estava aplicando uma proibição de longa data contra preces judaicas no complexo da mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém, rejeitando a acusação da Liga Árabe de que havia permitido esse tipo de adoração no local.

A violência no complexo, reverenciado no judaísmo como o Monte do Templo e por muçulmanos como o Nobre Santuário, cresceu ao longo da última semana, o que gerou preocupação sobre um recuo ao conflito mais amplo entre Israel e Palestina.

Forças de segurança israelenses estão em alerta, com o mês sagrado aos muçulmanos do Ramadã coincidindo com a Páscoa judaica e com a Páscoa cristã.

A Liga Árabe disse que Israel havia quebrado o status quo e estava permitindo que judeus orassem no complexo, o que chamou de “provocação”. Israel, no entanto, disse que não houve mudança na proibição de longa data contra preces judaicas no local.

“Israel está mantendo o status quo, que inclui a liberdade de preces para muçulmanos e o direito de visita para não-muçulmanos. A polícia aplica a proibição contra preces judaicas”, disse Lior Haiat, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos