Israel planeja vacinar 2 milhões de pessoas até final de janeiro

·1 minuto de leitura
Profissional de saúde israelense prepara dose da vacina Pfizer/BioNtech em 31 de dezembro de 2020

Israel anunciou, neste domingo (3), que dois milhões de pessoas terão recebido uma vacina de duas doses contra a covid-19 até o final de janeiro, um ritmo que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirma ser a mais rápida do mundo.

A partir de 19 de dezembro, quando Netanyahu recebeu sua primeira dose, Israel lançou um esforço agressivo para ministrar a vacina fabricada pela aliança farmacêutica teuto-americana Pfizer/BioNTech.

A vacina deve ser administrada em duas injeções separadas, com três semanas de intervalo.

"Estamos diminuindo o ritmo das vacinas de primeira dose para que possamos estocar uma segunda dose para todos aqueles que já receberam a primeira injeção", disse o diretor-geral do Ministério da Saúde, Hezi Levi, à emissora pública KAN.

Levi acrescentou que cerca de um quinto da população de Israel, a começar pelos profissionais de saúde e pessoas com mais de 60 anos, terá recebido ambas as doses até o final deste mês.

"Até o final de janeiro, teremos inoculado dois milhões de residentes, a maioria idosos", garantiu.

Até sexta-feira, um milhão de pessoas haviam recebido sua primeira dose.

"Estamos à frente do mundo inteiro", celebrou o primeiro-ministro.

O Ministério da Saúde informou hoje que, até agora, 435.866 pessoas em Israel testaram positivo para o vírus desde o primeiro caso confirmado em fevereiro passado. O número de óbito é em torno de 3.400.

Na sexta-feira, esta mesma pasta confirmou 18 casos locais de uma nova cepa de coronavírus detectada pela primeira vez na Grã-Bretanha.

scw/bs/pjm/msr/pc/tt