Israel quer voltar a fechar suas fronteiras a todos os visitantes 'o mais rápido possível'

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O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu recebe uma vacina contra o coronavírus no Sheba Medical Center, o maior hospital do país, em Ramat Gan, perto da cidade costeira de Tel Aviv, em 19 de dezembro de 2020. Netanyahu, 71, e o ministro da saúde de Israel foram injetados com o Pfizer -Vacina BioNTech ao vivo na TV no Sheba Medical Center. Cada receptor deve receber uma injeção de reforço em três semanas para proteção ideal contra o novo coronavírus.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou sua intenção de barrar "o mais rápido possível" a entrada de qualquer visitante estrangeiro devido à detecção de uma nova mutação do coronavírus em vários países, no momento em que Israel iniciou a campanha de vacinação nesta segunda-feira (21).

"A massa viral que entra em Israel deve ser reduzida o mais rápido possível, enquanto o Reino Unido tenta descobrir o que [essa mutação] realmente é e se é resistente à vacina. Portanto, pedi para repetir o que fizemos durante a primeira onda do novo coronavírus, ou seja, fechar o espaço aéreo o mais rápido possível", declarou Netanyahu nesta segunda-feira.

Na noite de domingo, as autoridades israelenses já proibiram turistas vindos do Reino Unido, Dinamarca e África do Sul, após a detecção de uma nova cepa do novo coronavírus nesses países.

No início da primeira leva, em março, as autoridades fecharam suas fronteiras aos turistas, mas permitiram a entrada de cidadãos israelenses e estrangeiros com visto de trabalho válido.

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