Bolsonaro diz que 'acertou' com Guedes mais duas parcelas do auxílio emergencial, mas valor deve ser inferior a R$ 600

Foto: Andressa Anholete/Getty Images

Jair Bolsonaro (sem partido) garantiu que “acertou” mais duas parcelas do auxílio emergencial com o ministro da Economia, Paulo Guedes, mas que ainda precisa precisa definir o valor. O valor das parcelas iniciais era de R$ 600, mas o presidente estuda diminuir o valor. O auxílio é uma forma de tentar minimizar a crise social gerada pela pandemia do novo coronavírus.

"Muita coisa foi feita [para combater a pandemia]. Esse próprio auxílio emergencial de R$ 600, que já estão quase certas a quarta e quinta parcelas, de valores menores um pouco, que está sendo ajustado pelo Ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais. Temos mais uma parcela de R$ 600, depois mais duas acertadas com o Paulo Guedes. Falta definir aí o montante", disse Bolsonaro.

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De acordo com o próprio presidente, Guedes deseja retomar a chamada “carteira de trabalho verde e amarela” para que a parcela da população que deixe de receber o auxílio tenha algo “concreto”.

O Programa Verde e Amarelo previa incentivos para a contratação de jovens entre 18 e 29 anos e pessoas com mais de 55 sem vínculo formal. Uma medida provisória (MP) foi editada em 2019 para criá-lo, mas o texto foi revogado neste ano por Bolsonaro porque não houve consenso no Senado para aprová-lo.

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"Ele quer voltar agora com a carteira (de trabalho) verde e amarela. É uma maneira de reaquecer o emprego no Brasil. É uma preocupação enorme. A gente não pode acabar com o auxílio emergencial e não ter algo já de concreto na praça, para atender milhões de pessoas, em especial da informalidade, que ficaram desempregadas", observou o presidente.

***Com informações do Extra

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