Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, vai se divorciar

Jeff Bezos e MacKenzie Bezos, atualmente se divorciando, em 24 de abril de 2018 em Berlim

O milionário americano Jeff Bezos, fundador e presidente de Amazon e considerado o homem mais rico do mundo pela revista Forbes, anunciou nesta quarta-feira que está se divorciando de sua esposa depois de 25 anos de casamento.

"Queremos informar às pessoas sobre um acontecimento em nossas vidas", escreveram Bezos, de 54 anos, e sua esposa Mackenzie, de 48 anos, no Twitter.

"Decidimos nos divorcia e seguir com nossas vidas como amigos".

"Continuamos sendo uma família, continuamos sendo bons amigos", concluem, depois de explicar que durante seus 25 anos de casamento estiveram "associados em empresas e projetos".

MacKenzie Bezos é uma romancista cuja obra mais conhecida é "The Testing of Luther Albright". Foi uma das primeiras funcionárias da Amazon e, em 2014, fundo a plataforma contra assédios ByStander Revolution.

O casal tem quatro filhos e eles se conheceram quando ambos trabalhavam na empresa de investimentos de Nova York, D.E Shaw, muito antes de Jeff fundar a Amazon.

Segundo a lenda, parte do plano estratégico da Amazon foi concebido em uma viagem que o casal fez de Nova York a Seattle (noroeste).

Jeff Bezos é o homem mais rico do mundo, segundo a Forbes, que avalia sua fortuna em 137 bilhões de dólares.

  • Gretchen rebate críticas por 18º casamento: 'Tem gente que fica com 18 numa noite'
    Estilo de vida
    Extra

    Gretchen rebate críticas por 18º casamento: 'Tem gente que fica com 18 numa noite'

    A cantora ficou noiva no dia de seu aniversário de 61 anos, com um pedido surpresa do noivo

  • Polícia identifica suspeito no caso Madeleine e diz acreditar que 'ela esteja morta'
    Notícias
    Extra

    Polícia identifica suspeito no caso Madeleine e diz acreditar que 'ela esteja morta'

    Acredita-se que o principal suspeito da investigação de Madeleine McCann seja "Christian B" - como...

  • Nova morte de médico por covid-19 em Wuhan causa indignação na China
    Saúde
    BBC News Brasil

    Nova morte de médico por covid-19 em Wuhan causa indignação na China

    Hu Weifeng foi infectado em janeiro e lutou contra o novo coronavírus por quatro meses.

  • Liberdade de expressão tem que ser para todo mundo, diz Bolsonaro
    Política
    Folhapress

    Liberdade de expressão tem que ser para todo mundo, diz Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (4) que "liberdade de expressão tem que valer para todo mundo". A declaração ocorreu em resposta a um apoiador que, na porta do Palácio da Alvorada, disse que o mandatário deveria processar críticos que se referem a ele como "genocida". "Se o cara me chama de fascista por exemplo e eu processo, não acontece nada. Se eu chamo ele de fascista, levo R$ 20 mil no ombro. Não adianta, minha taxa de sucesso é próxima de zero. E outra coisa: se é liberdade de expressão, tem que valer pra todo mundo", respondeu Bolsonaro. A fala foi transmitida no perfil do presidente no Facebook. Em meio à pandemia do novo coronavírus e após semanas de atos pró-Bolsonaro, o governo foi alvo de manifestações contra o presidente e a favor da democracia no domingo (31). Novos atos foram convocados para este fim de semana. Em reação, Bolsonaro classificou na terça (2) como marginais e terroristas os integrantes dos chamados grupos antifascistas que estão promovendo os protestos. "Começou aqui com os antifas em campo. O motivo, no meu entender, político, diferente [daquele dos protestos nos EUA]. São marginais, no meu entender, terroristas. Têm ameaçado, domingo, fazer movimentos pelo Brasil, em especial, aqui no DF", disse Bolsonaro. Na segunda-feira (1º), o presidente já havia dito a seus apoiadores que eles não deveriam ir às ruas no próximo domingo (7), como fazem todos os finais de semana, já que, neste, está marcado um ato contra o fascismo e em oposição ao governo Bolsonaro. Nesta quinta, Bolsonaro também conversou na entrada do Alvorada com um grupo de atiradores e colecionadores de arma de fogo. Eles agradeceram o mandatário pela edição de normas que facilitaram o acesso a armas e munições e pediram novas medidas para, segundo eles, "desburocratizar" procedimentos. Bolsonaro determinou que um integrante do governo se reúna com o grupo para ouvir suas demandas em detalhe.

  • STF nega recurso de Weintraub e mantém depoimento do ministro sobre suposto caso de racismo
    Política
    Yahoo Notícias

    STF nega recurso de Weintraub e mantém depoimento do ministro sobre suposto caso de racismo

    No início de abril, o ministro insinuou que a China poderia se beneficiar, de propósito, da crise mundial gerada pela pandemia do novo coronavírus. Depois da repercussão negativa, ele apagou a postagem

  • 1,5 mil políticos com ficha suja podem voltar a concorrer nas Eleições 2020
    Política
    Yahoo Notícias

    1,5 mil políticos com ficha suja podem voltar a concorrer nas Eleições 2020

    Lei da Ficha Limpa completa 10 anos nest 4 de junho; após oito anos de inelegibilidade, primeiros condenados podem voltar a concorrer

  • Sergio Camargo assume perseguição a religiões de matriz africana: ‘macumbeiro não vai ter um centavo’
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Sergio Camargo assume perseguição a religiões de matriz africana: ‘macumbeiro não vai ter um centavo’

    Em reunião fechada, presidente da Fundação Cultural Palmares dispara ataques que contrariam as diretrizes do órgão; Mãe Baiana, chamada de “macumbeira” e “miserável” por Camargo, o denunciará

  • Entregador de aplicativo que ficou sob mira de fuzil recebeu ofertas de cinco bicicletas, mas continua a pé
    Notícias
    O Globo

    Entregador de aplicativo que ficou sob mira de fuzil recebeu ofertas de cinco bicicletas, mas continua a pé

    Jorge Hudson aceitou a primeira bicicleta, mas resolveu doá-la a um amigo desempregado: "Ele estava em uma situação pior que eu"

  • Integrantes do ministério da Saúde notavam despreparo do governo Bolsonaro para frear pandemia, diz médico que pediu demissão
    Política
    Yahoo Notícias

    Integrantes do ministério da Saúde notavam despreparo do governo Bolsonaro para frear pandemia, diz médico que pediu demissão

    Julio Croda, que é medico infectologista, prevê ainda mais mortes no país diante da condução desalinhada da pandemia

  • Elenco de 'Glee' diz que Lea Michele fazia dos bastidores da série um 'inferno'
    Entretenimento
    HuffPost Brasil

    Elenco de 'Glee' diz que Lea Michele fazia dos bastidores da série um 'inferno'

    Confirmando (mais uma vez) que Glee e a serie mais amaldiçoada de todos ostempos, membros do elenco usaram as redes sociais para acusar a atriz LeaMichele, que interpretava a personagem Rachel Berry, de transformar o set defilmagens em um "verdadeiro inferno".

  • Coreia do Norte ameaça romper acordo militar com o Sul
    Política
    AFP

    Coreia do Norte ameaça romper acordo militar com o Sul

    A Coreia do Norte ameaçou nesta quinta-feira (4) romper o acordo militar com a Coreia do Sul e fechar o escritório de ligação entre os países, caso Seul não impeça que os ativistas enviem panfletos para o outro lado da fronteira.

  • Ex do namorado da mãe de Neymar relembra surto do modelo: 'Cortou a mão socando mesa de vidro e tentou se matar'
    Notícias
    Extra

    Ex do namorado da mãe de Neymar relembra surto do modelo: 'Cortou a mão socando mesa de vidro e tentou se matar'

    A notícia da briga feia que Nadine Gonçalves, mãe de Neymar, teve com o namorado Tiago Ramos na...

  • Coronavírus na Suécia: epidemiologista que criou estratégia contra pandemia na Suécia admite que plano causou mortes demais
    Saúde
    BBC News Brasil

    Coronavírus na Suécia: epidemiologista que criou estratégia contra pandemia na Suécia admite que plano causou mortes demais

    Anders Tegnell diz que se encontrasse a mesma doença de novo, adotaria outro plano; Suécia registra mais de 4,5 mil mortes, enquanto Dinamarca tem 580, Noruega tem 237 e Finlândia registra 321.

  • Sem toga, Moro emula métodos da Lava Jato no inquérito sobre Bolsonaro no Supremo
    Notícias
    Folhapress

    Sem toga, Moro emula métodos da Lava Jato no inquérito sobre Bolsonaro no Supremo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No papel de acusador e de virtual investigado no imbróglio envolvendo sua saída do governo Jair Bolsonaro, o ex-juiz Sergio Moro parece usar para comprovar a sua versão dos fatos algumas das armas que mais notabilizaram a Operação Lava Jato, comandada por ele ao longo de quase cinco anos. A começar pela relação de provas que fez em seu depoimento concedido à Polícia Federal e a procuradores no início deste mês. Seu relato sobre a fatídica reunião ministerial do dia 22 de abril, as mensagens trocadas via celular e mesmo o histórico de declarações públicas de Bolsonaro mencionado pelo ex-juiz no depoimento remetem ao que na Lava Jato é chamado pelo jargão de "provas indiciárias". Ou seja: são elementos que, em sequência, apontam para a ocorrência de um crime, embora separados pouco sejam taxativos sobre a existência desse ilícito. Tende a se encaixar nesse perfil o vídeo da reunião ministerial, alçado a principal peça no debate político sobre as reais intenções de Bolsonaro ao demover da direção da PF o braço-direito de Moro, Maurício Valeixo. O conceito de provas indiciárias, usado especialmente em casos de lavagem de dinheiro, foi celebrizado no mais conhecido caso da Lava Jato, o do processo do tríplex de Guarujá (SP) que motivou a prisão do ex-presidente Lula por 580 dias. A lógica, muito criticada pelas defesas, é parecida com a do famoso Powerpoint elaborado pelo procurador Deltan Dallagnol em 2016: vários fatores relacionados pela acusação que apontam para o investigado, ainda que nenhum deles seja uma prova cabal. Agora, no inquérito em andamento contra Bolsonaro, a fundamentação dos argumentos do ministro-denunciante caminha por essa linha. No vídeo da reunião, o raciocínio confuso e agressivo do presidente e a declaração solta sobre "a segurança do Rio", e não sobre a chefia da superintendência da PF, levam a entender que houve, sim, interferência na polícia para proteger familiares e amigos, mas não representam a tal bala de prata a que se esperava. Moro procurou reforçar sua versão listando em depoimento ainda, por exemplo, o modo de funcionamento do serviço de inteligência federal -principal reclamação de Bolsonaro em relação à PF, na época- e rememorando declarações públicas que o próprio presidente deu em 2019 defendendo troca no comando da corporação no Rio. Outro indício nessa direção foi ressaltado pelo próprio Moro em um tuíte que publicou na semana passada. Na postagem, o ex-juiz publicou um vídeo com um trecho de declaração de seu ex-chefe a jornalistas, dada horas antes, em que o presidente se enrolou ao falar do receio de eventual medida de busca e apreensão contra seus filhos. O perfil do ex-magistrado na rede social, aliás, emula outro recurso conhecido da Lava Jato: o uso de manifestações na mídia, aí incluindo também agora sua conta no Twitter, criada em 2019, na disputa pela narrativa do inquérito. A decisão, por exemplo, de dar entrevista ao Fantástico no último dia 24, em que voltou a criticar o governo, aproveitou o desgaste político de Bolsonaro provocado pela divulgação do vídeo, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal. Foi assim também quando ele, de modo ágil, rebateu Bolsonaro no dia de sua demissão, em abril, enviando à reportagem do Jornal Nacional cópias de mensagens trocadas com o ex-chefe. "A opinião pública, como ilustra o exemplo italiano, é também essencial para o êxito da ação judicial", escreveu Moro em 2004, em um hoje conhecido artigo sobre a Operação Mãos Limpas, na Itália, uma espécie de inspiração da Lava Jato. Uma outra ferramenta muito bem explorada na operação iniciada no Paraná, também ligada à disputa pela opinião pública, foi a publicidade quase total de peças das investigações, tema que também voltou a ser discutido no inquérito de Bolsonaro. O acesso público a atos, documentos e arquivos da Lava Jato contribuiu para aumentar a visibilidade da operação na imprensa e a credibilidade das medidas das autoridades envolvidas. No inquérito relacionado ao presidente, Moro agora curiosamente reciclou argumentos usados em seu mais polêmico ato à frente da Lava Jato, a divulgação de gravações de telefonemas da então presidente Dilma Rousseff com seu antecessor, Lula, em março de 2016. Tanto agora, ao defender a liberação total do vídeo da reunião, quanto quatro anos atrás, no caso dos petistas, o ex-ministro da Justiça citou o artigo 5 da Constituição e a necessidade de a sociedade fazer o "escrutínio" público sobre atitudes da administração pública. "A divulgação integral do seu conteúdo caracterizará verdadeira lição cívica, permitindo o escrutínio de seu teor não só neste inquérito policial mas, igualmente, por toda a sociedade civil", escreveram os advogados do ex-juiz há duas semanas. No inquérito de 2016, Moro afirmou em despacho: "A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras". Sem toga e sem cargo público, seu papel hoje, ao desvelar meandros da gestão Bolsonaro, também lembra muito a caracterização que ele próprio fazia dos delatores, personagens decisivos para a elucidação dos crimes na Petrobras. Em várias sentenças da Lava Jato paranaense, o ex-juiz escreveu que delitos complexos, cometidos em segredo, dependiam muitas vezes do relato de testemunhas integrantes do grupo alvo da investigação para virem à tona. "Crimes não são cometidos no céu e, em muitos casos, as únicas pessoas que podem servir como testemunhas são igualmente criminosos."

  • Futuro secretário da Saúde diz que estudos respaldam cloroquina, mas não cita quais
    Saúde
    Extra

    Futuro secretário da Saúde diz que estudos respaldam cloroquina, mas não cita quais

    Carlos Wizard defendeu que "estudos científicos internacionais comprovam a eficácia do uso precoce dessas substâncias", sem mencionar a quais pesquisas se refere

  • "Me tornei só mais um número", diz modelo estuprada em Cotia
    Entretenimento
    Yahoo Notícias

    "Me tornei só mais um número", diz modelo estuprada em Cotia

    Kalliny Trevisan Maia falou sobre o caso em suas redes sociais.

  • DNA revela parte do segredo dos Manuscritos do Mar Morto
    Notícias
    AFP

    DNA revela parte do segredo dos Manuscritos do Mar Morto

    Um estudo que usou testes de DNA revelou segredos dos Manuscritos do Mar Morto, uma coleção de textos milenares, que inclui o texto bíblico mais antigo em hebraico. A descoberta é que eles não vem do deserto onde foram encontrados.

  • Bolsonaro: quem são os verdadeiros terroristas?
    Política
    Yahoo Notícias

    Bolsonaro: quem são os verdadeiros terroristas?

    Até as manifestações de domingo, tudo era permitido. Até ameaçar cobrir ministro do STF de porrada

  • Temor sob Bolsonaro faz surgir grupo de WhatsApp com Kim, Joice, Freixo, Molon e Tabata
    Política
    Folhapress

    Temor sob Bolsonaro faz surgir grupo de WhatsApp com Kim, Joice, Freixo, Molon e Tabata

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Quem imaginaria, há algum tempo, um grupo que unisse o conservador MBL (Movimento Brasil Livre) ao esquerdista PSOL? O ex-líder da oposição ao ex-líder do governo? Pois Jair Bolsonaro conseguiu esse feito. Em meio à escalada da retórica autoritária por parte do Palácio do Planalto, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do MBL, criou um grupo de WhatsApp com colegas congressistas denominado "Democráticos". Ele conta hoje com algumas dezenas de deputados, entre eles Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso, Marcelo Freixo (RJ), um dos principais nomes do esquerdista PSOL, Alessandro Molon (PSB-RJ), ex-líder da oposição, e Tabata Amaral (PDT-SP), uma das expoentes da nova esquerda. Assim como os bolsonaristas, o PT não foi convidado. E o que vem sendo discutido por essa união de rivais? De acordo com congressistas ouvidos pela reportagem, a necessidade de se contrapor à ameaça de que seja instalada novamente uma ditadura no país. "Esse grupo é importante porque reúne pessoas que realmente estão preocupadas com a manutenção do Estado democrático de direito, com a manutenção das instituições e da própria democracia no Brasil, que é justamente o que vem sendo fortemente atacada pelo presidente Jair Bolsonaro", afirma Joice, que foi uma das principais aliadas do presidente, sendo sua líder no Congresso. Hoje ela está rompida. "As declarações são muito claras, a intenção do presidente da República é, de fato, partir para uma ruptura da democracia, uma ruptura institucional. Esse grupo reúne parlamentares das mais diversas frentes que realmente estão preocupados com o momento que o Brasil está passando e que entendem que é preciso uma união de todos", acrescenta a deputada, afirmando que Bolsonaro "sonha dia e noite com um golpe". "Não é um desejo que vem de agora, é um desejo que vem de muito tempo, e ele flerta com essa possibilidade desde o início do mandato." Líder da bancada do PSB, o esquerdista Molon manifesta pensamento similar. "Há um sentimento de urgência, de evitar que um regime autoritário seja implantado no Brasil. Independentemente das divergências ideológicas, que muitas vezes são numerosas e profundas, o risco da implantação de um regime autoritário no Brasil impõe a necessidade de evitar isso a todo custo, até para proteger que essas divergências possam ser manifestadas livremente." De acordo com outros integrantes do grupo, que preferiram falar sob condição de anonimato, o objetivo também é se contrapor ao centrão, não só a bolsonaristas e a petistas -que, sob a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem relutado em participar de movimentos suprapartidários de oposição. O grupo de siglas médias da Câmara, com cerca de 200 das 513 cadeiras, se aliou a Bolsonaro, em sua maioria, após receber do presidente cargos de comando na estrutura federal e verbas para suas emendas parlamentares -tudo aquilo que Bolsonaro negou, na campanha, que faria. Segundo integrantes do grupo de WhatsApp, alguns congressistas do PT querem aderir, mas o partido não foi convidado porque, além de estar com "o filme queimado", há a própria resistência de Lula a embarcar em um movimento que não seja encabeçado pelo partido. Em reunião do PT na segunda-feira (1º), o ex-presidente criticou os manifestos suprapartidários em defesa da democracia surgidos nos últimos dias sob o argumento de que os documentos articulados pela sociedade civil desconsideram os direitos dos trabalhadores. Para ele, o PT não pode embarcar no primeiro ônibus que passa nem ser "Maria vai com as outras". A reportagem não conseguiu falar, na noite desta terça-feira (2), com Kim Kataguiri. O MBL se distanciou de Bolsonaro e hoje é um dos alvos dos apoiadores do presidente. Tabata não quis se manifestar.

  • Governo retira R$ 83,9 milhões do Bolsa Família e repassa à Comunicação
    Política
    Yahoo Notícias

    Governo retira R$ 83,9 milhões do Bolsa Família e repassa à Comunicação

    O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) remanejou R$ 83,9 milhões que seriam destinados ao programa Bolsa Família para serem aplicados na comunicação institucional da Presidência da República.

  • Uma nova pista
    Notícias
    AFP

    Uma nova pista

    A polícia alemã anunciou nesta quarta-feira (3) que investiga um novo suspeito no desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em Portugal, em 2007. Trata-se de um caso que chocou a opinião pública europeia.