João Vicente de Castro sobre a fama de galanteador: 'Já usei o sexo para afirmar minha masculinidade'

Alessandra Medina
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João Vicente de Castro, um dos idealizadores do Porta dos Fundos, ator e apresentador, não deixa uma pergunta sem resposta. Em entrevista para a Revista ELA, ele falou sobre assuntos diversos, como o desgosto diante do cenário político atual, a morte do pai, o jornalista Tarso de Casto, um dos fundadores do jornal "O Pasquim", quando tinha apenas 8 anos, e a decisão de a mãe, a estilista Gilda Midani, deixá-lo morando por um ano com os padrinhos, Caetano Veloso e Paula Lavigne, enquanto ela seguia vivendo em outra cidade.

Lembra também ter sofrido na adolescência pelo fato de ser gordinho e admite não ter desencanado dos padrões de beleza impostos pela sociedade. João também reflete sobre o humor: considera o "politicamente correto" o caminho a ser adotado, mas reconhece erros eventuais nos esquetes do Porta dos Fundos.

Moreno, alto, bonito e sensual, João está solteiro aos 37 anos. "Não namoro faz tempo", conta. O ator é movido por emoções fortes: 'Colocar alguém no meu universo agora só seria possível se fosse por uma paixão. Não conseguiria começar a namorar por carência. Não acho que precise casar agora. Isso não quer dizer que eu seja um solteiro convicto, estou aberto", diz.

Ele, que se relacionou com beldades como Cleo Pires e Sabrina Sato, admite que, quando era mais novo, tinha necessidade de se impor por meio das conquistas: 'Já usei o sexo para afirmar minha masculinidade. Foi uma fase".

Depois de alguns anos longe da análise, João decidiu retomar as sessões de terapia. Um dos motivos é a dificuldade que tem tido de se apaixonar. "Por que não estou me apaixonando? Antes era mais fácil? Não sei! Eu me relacionei com mulheres incríveis, mas não rolou. A Cleo e a Sabrina foram duas por quem me apaixonei perdidamente. Quando estou com uma mulher, sempre acho que estou apaixonado. Mas o sentimento não dura. Se persiste, é para valer.

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