Jogador italiano é preso por assassinato da ex-parceira

Em um incidente chocante, o jogador de futebol italiano Giovanni Padovani, de 27 anos, foi preso por supostamente matar sua ex-parceira Alessandra Matteuzzi, segundo o The Sun.

No ato cruel, Padovani espancou Alessandra até a morte com um martelo e um taco de beisebol, acrescenta a reportagem. Os dois ficaram juntos por um ano antes de se separarem, após a mulher acusar o ex-profissional de persegui-la.

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O assassinato ocorreu em Bolonha desde que Alessandra residia lá e causou uma onda de choque em toda a cidade. Padovani representou vários clubes de ligas inferiores e não profissionais na Itália.

Ele compartilhava uma relação distante com Alessandra, pois ambos moravam em cidades diferentes devido aos seus respectivos compromissos profissionais. Enquanto Padovani jogava em um clube sediado na Sicília, Alessandra morava em Bolonha.

Enquanto a polícia começou sua investigação, a irmã de Alessandra se apresentou com algumas revelações aterrorizantes enquanto estava ao telefone com ela antes do incidente.

“Ela [Alessandra] saiu do carro e começou a gritar: 'Não Giovanni, não, eu te imploro, socorro'. Eu estava no telefone. Liguei imediatamente para os Carabinieri que chegaram imediatamente. Moro a 30km. No final, ele a espancou até a morte”, relatou.

De acordo com os primeiros relatos, Giovanni Padovani matou Alessandra no saguão de seu apartamento depois que ela chegou do trabalho. Assim que ela saiu do carro, Padovani a 'emboscou' do nada com um martelo e um taco de beisebol.

O The Sun relata ainda que Padovani e Alessandra tinham uma vida instável juntos, onde lutavam entre si diariamente. As brigas às vezes se tornaram tão violentas que o jogador chegou a quebrar pratos e uma lâmpada em Alessandra. Até os vizinhos e amigos de Alessandra se lembraram de incidentes em que Padovani a ameaçava.

Ele também é acusado de persegui-la e assediá-la por meio de telefonemas e mensagens. Uma das vizinhas de Alessandra lembrou: “Ela tinha muito medo dele porque ele tinha se tornado persistente e ela não queria deixá-lo entrar em casa”.

O promotor-chefe de Bolonha, Giuseppe Amato, está supervisionando o caso e rejeitou as acusações de sua deficiência após as repetidas reclamações de Alessandra, motivo de sua morte. Ele mencionou ainda que a queixa de perseguição dela nunca refletiu “situações de risco concreto de violência, era apenas a conduta típica de perseguição incômoda”.

O caso agora está sendo analisado e investigado minuciosamente, pois mais atualizações sobre Padovani ainda não foram divulgadas.