Jogadores do Benfica fazem motim, e Jorge Jesus terá reunião com presidente nesta terça para definir futuro, diz jornal

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    Treinador e ex-futebolista português

O acerto do Flamengo com Paulo Sousa e a decisão do presidente do Benfica, Rui Costa, de manter Jorge Jesus pareciam ter esfriado a novela sobre o futuro do treinador. Mas bastou mais um dia para sua situação voltar a ficar delicada. E num nível ainda maior do que o dos últimos dias. Segundo o jornal "A bola", a presença do Mister no comando da equipe contra o Porto, na próxima quinta, não está garantida. Uma reunião nesta terça entre ele e o dirigente definirá seu futuro imediato.

O períodico estampa em sua capa a manchete "Por um fio" para definir a situação de Jesus. Uma nova crise gerada nesta segunda deixou o clima ainda menos favorável para sua permanencia. O técnico afastou o capitão Gustavo Pizi do grupo e o fez treinar à parte. O motivo teria sido um desentendimento entre os dois no vestiário. O que o treinador não esperava é que o restante do elenco se rebelasse contra esta decisão.

Segundo o jornal "Record", o plantel se recusou a treinar sem Pizi. O impasse foi parar na presidência. Somente após a interferência de Rui Costa é que a atividade teve início. Mas com uma hora de atraso.

Já havia forte expectativa em torno de uma demissão de Jesus depois da derrota para o Porto (3 a 0), na última quinta, em partida válida pela Taça de Portugal. Porém, Rui Costa esteve com o Mister e acertou a continuidade do trabalho, já voltado para o novo clássico com o Porto, quinta-feira, agora pelo Campeonato Português. Só que a nova crise voltou a deixar o treinador na berlinda.

Este novo capítulo da crise no Estádio da Luz ocorre ao mesmo tempo em que o também português Paulo Sousa encontra dificuldades para obter sua liberação da seleção polonesa. Cezary Kulesza, presidente da Federação Polonesa de Futebol, usou sua conta no Twitter para informar que recusu o pedido de demissão do técnico.

"Fui informado hoje de que Paulo Sousa queria rescindir contrato com a seleção polonesa em acordo mútuo por causa de uma proposta de outro clube. Isto é um comportamento extremamente irresponsável e inconsistente com as declarações anteriores do treinador. Portanto, eu firmemente recusei", escreveu Kulesza.

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