John Textor critica gestão do PSG ao adquirir Lyon

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Dono da SAF do Botafogo, John Textor agora tem 66,5% do Lyon.
Dono da SAF do Botafogo, John Textor agora tem 66,5% do Lyon. Foto: (OLIVIER CHASSIGNOLE/AFP via Getty Images)

Dono da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Botafogo, o empresário norte-americano John Textor concluiu o processo para se tornar acionista majoritário do Lyon, da França, nesta terça-feira. No anúncio do acordo, foi informado que o mandatário do clube da estrela solitária terá 66,5% do clube que Lucas Paquetá atua.

Ao comentar sobre as relações entre os clubes que ele possui, como o Botafogo, o Crystal Palace e o Lyon, Textor comentou que busca a união entre todos, como se fosse uma família: "Nós tentamos criar uma família entre os nossos clubes. Que trabalham juntos. Organicamente, nossos torcedores entendem isso. Isso foi uma coisa muito legal quando compramos o Botafogo. É totalmente distinto do meu investimento no Crystal Palace, mas os torcedores do Rio de Janeiro começaram a se conectar com os de Londres, começaram a trocar culturas, camisas, não competem com os outros. Redes sociais são muito boas para isso. Agora eu vejo pessoas com a camisa do Crystal Palace no estádio Nilton Santos e vejo camisas do Botafogo nos pubs em Londres. E eles se chamam de irmãos. E há menos de 24 horas já fazem isso com o Lyon".

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Textor fica com 66,5% iniciais, podendo evoluir para até 88,55%, mas o valor do investimento não foi divulgado. Um informe do clube francês, porém, colocou o valor total como 798 milhões de euros, aproximadamente R$ 4,3 na cotação atual.

Uma leve alfinetada de John Textor ao modelo do Paris Saint-Germain também tomou conta das redes sociais: "Não gosto de projetos como o PSG. Se continuarmos fazendo o que Jean-Michel Aulas (diretor do Lyon) vem fazendo há alguns anos e levarmos entretenimento e tecnologia para isso, poderemos ganhar mais dinheiro do que com um investidor do Catar. Eu acho que o futebol foi quebrado pelo dinheiro. É uma realidade. Em cada parte do mundo temos no máximo dois ou três times fortes. E o resto? Qual a graça disso? Acho que o dinheiro é importante. Teremos que gastar. Mas o que eu gosto no futebol é a comunidade vivendo isso".

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