Johnson & Johnson projeta vendas de R$ 22 bi por ano com novos remédios

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Leiden, the Netherlands. July 2021. Sign outside an office building with the name and logo of Janssen Biologics BV.
Leiden, the Netherlands. July 2021. Sign outside an office building with the name and logo of Janssen Biologics BV.
  • Janssen, subdivisão de saúde da J&J, espera solicitar aprovação de 14 novos medicamentos até 2025;

  • Entre novos projetos estão medicamentos contra câncer de pulmão e vacina pra vírus respiratório;

  • Empresa planeja novas vacinas em meio a desmembramento da Johnson & Johnson;

A Johnson & Johnson espera solicitar a aprovação de 14 novos medicamentos até 2025 e projeta um pico de vendas médio de US$ 4 bilhões (R$ 22,1 bilhões) por ano para cada um, de acordo com um importante cientista da empresa à agência Reuters antes de uma revisão da estratégia da unidade de fármacos da empresa, a Janssen, nesta quinta-feira.

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Entre os novos projetos da empresa, segundo apontou à agência Mathai Mammen, chefe global de pesquisa da divisão farmacêutica da J&J Janssen, estão uma combinação de medicamentos para câncer de pulmão de células não pequenas, um anticoagulante que está desenvolvendo em conjunto com a Bristol Myers Squibb, além de uma vacina para o vírus sincicial respiratório (RSV).

Empresa planeja novas vacinas em meio a desmembramento da Johnson & Johnson

A Johnson & Johnson declarou publicamente na semana passada que planeja desmembrar sua divisão de saúde ao consumidor que vende produtos como Listerine e Band-Aid, para assim, poder se concentrar em produtos farmacêuticos e dispositivos médicos na maior mudança na história de 135 anos da empresa nos Estados Unidos.

O CEO da J&J, Mathai Mammen, declarou à Reuters que a empresa estava "olhando ativamente" para uma série de plataformas de tecnologia diferentes, incluindo RNA mensageiro, a espinha dorsal das vacinas COVID-19 da Moderna e Pfizer, em parceria com a BioNTech. A empresa desenvolveu uma das três vacinas autorizadas nos EUA, mas seu uso no país diminuiu drasticamente depois que raros casos de coagulação do sangue foram associados à injeção. Mesmo assim, Mammen disse que a J&J ainda espera desenvolver mais vacinas usando a mesma tecnologia de vetor de adenovírus usada na vacina da Janssen.

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