Johnson pede para Paris se acalmar após indignação com a crise dos submarinos

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·1 minuto de leitura
O premier Boris Johnson deixa o número 10 da Downing Street, em Londres (AFP/DANIEL LEAL-OLIVAS)
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson pediu nesta quarta-feira (22) à França que se acalme após a indignação expressa pelo governo francês sobre o pacto de segurança concluído entre Estados Unidos, Austrália e Reino Unido.

"É, fundamentalmente, um grande avanço para a segurança mundial. São três aliados que compartilham os mesmos valores, que se unem e criam uma nova aliança para compartilharem tecnologia", afirmou.

A associação estratégica para a região Indo-Pacífico entre Washington, Londres e Canberra, destinada a contra-atacar a influência chinesa na região, tem como primeira consequência a ruptura de um importante contrato de fornecimento de submarinos convencionais assinado pela França com a Austrália, em troca de submarinos nucleares.

Para expressar sua indignação, a França convocou seus embaixadores nos Estados Unidos e na Austrália para consultas, um ato sem precedentes em esses aliados.

Esta aliança "não é exclusiva, não tenta excluir ninguém. Não pretende se opor à China, por exemplo", afirmou Boris Johnson.

"Busca intensificar os laços e a amizade entre três países de uma forma que, acredito, será benéfica para as coisas em que acreditamos", acrescentou.

O presidente francês Emmanuel Macron deve conversar nesta quarta-feira à tarde com seu homólogo americano Joe Biden, para discutir sobre essa crise dos submarinos.

mpa/gmo/thm/mab/eg/aa

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos