Jovens e inovação é tema do Dia Mundial da Propriedade Intelectual

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Nesta terça-feira (26) é celebrado o Dia Mundial da Propriedade Intelectual também nomeado de "World IP Day" ou "WIP-Day". A data foi estabelecida pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO) e é comemorada todo ano com um tema diferente. Em 2022 a campanha será sobre "A Propriedade Intelectual e os jovens que criam inovações por um futuro melhor". Um dos pontos focais da iniciativa é possibilitar aos jovens descobrir de quais formas os direitos de propriedade intelectual possam ajudá-los em seus objetivos, gerar renda, transformar ideias em realidade, criar empregos e impactar de forma positiva o mundo ao seu redor.

Um projeto do escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira de Mello, especializado em Propriedade Intelectual, o "Startup Desk", foi criado para contribuir no crescimento de startups com ênfase na proteção dos direitos ligados à tecnologia no Brasil e no exterior. A iniciativa visa buscar a valorização dessas empresas que passam a deter direitos de exclusividade sobre as suas criações em um formato único, viabilizando-as a proteger seus ativos intelectuais.

— Nós adaptamos a forma de se cobrar honorários para a realidade da empresa para viabilizar a necessária proteção de seus direitos intelectuais em um formato de parceria — diz Luiz Edgard Montaury Pimenta, sócio do escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira de Mello.

No site da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) aponta que existem 12.676 startups cadastradas no Brasil. E uma pesquisa realizada com o público de 2.500 startups mostra que 44% são de público jovem, com idades entre 20 e 35 anos.

De acordo com os Dados do Radar Tecnológico de 2021, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), existem 3.523 startups brasileiras que utilizam a propriedade intelectual, 41% estão sem ativos. As cinco principais Classificações Nacionais de Atividades Econômicas (CNAEs) das Startups são: Serviços de TI (1066), Serviços de Informação (468), Educação (220), Outras atividades científicas e técnicas (219) e Serviço administrativo e escritório (194).

— As startups focadas em inovação tem apresentado um crescimento exponencial. A questão preocupante é que muitas delas não se atentam para o quão importante é proteger os direitos de propriedade intelectual e deixam de protegê-los no Brasil e em outros países. E qual o resultado disso? Uma perda de valor no mercado. Um dos nossos principais objetivos é que com esses incentivos o público jovem passe a poder proteger o que de mais valioso essas startups carregam: sua propriedade intelectual — completa Montaury.

Sensibilizar o público da campanha deste ano é um passo importante para que os jovens passem a dar o devido valor a adequada proteção à propriedade intelectual e descobrir como ela pode agregar valor ao seu negócio, gerar renda e promover oportunidades de negócios.

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