Juliana Paes não boicota governo Bolsonaro e quer se aposentar aos 45: "Trabalhando para isso"

Com 20 anos de carreira e 40 de vida, Juliana Paes quer se aposentar em cinco (reprodução / instagram @julianapaes)

No ar como a Maria da Paz de 'A Dona do Pedaço', Juliana Paes contou em entrevista que pretende se aposentar em cinco anos e trabalhar como produtora ou diretora.

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Defensora da reforma da previdência, que estipula a idade mínima de 62 anos para mulheres se aposentarem, a atriz contou à plataforma 'Ela' que está trabalhando para em cinco anos mudar o status da carreira que já dura 20 anos. “Estou trabalhando para isso e caminhando com esse projeto de vida. Daqui a cinco anos, só saio de casa para fazer algo se eu estiver muito a fim. Talvez vire produtora ou diretora. Dizem que meus palpites são bons. Tenho vontade de sair, estudar e ficar mais esporádica nessa brincadeira, nessa roda-viva.”

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Previdência

Com 40 anos, Juliana não é se envolve em discussões políticas mais profundas, mas defende o governo Bolsonaro. "Torço para que o país dê certo, independentemente de quem esteja em Brasília. Não bato palma para tudo que o presidente Jair Bolsonaro diz, mas vamos apoiar já que ele está lá. Não vou boicotar. Essa polarização é boba. Entre o branco e o preto, há infinitos tons de cinza, muitos pensamentos e ponderações. Sou a favor do diálogo."

Das 21h

Protagonista de 'A Dona do Pedaço', novela das 21h da TV Globo, ela contou que sua demanda de trabalho é enorme. Paes contou que sua personagem aparece em cerca de 46% das cenas da novela e mesmo não tendo mais 20 anos, "posso dar surra em muitas delas”. “Depois de tanto tempo, é tudo tão intenso e, ao mesmo tempo, simples. É um momento de repor as energias. É bem mais gostoso hoje do que no começo. Não tem um lugar que eu possa ser mais eu", contou ao falar de sexo. Ela é casada há cerca de 10 anos com o empresário esportivo Carlos Eduardo Baptista.

Consciência

Duradouro, principalmente no meio que vivem, Juliana e o marido buscam evoluir juntos. “Recentemente, fizemos um curso de inteligência emocional (ideia de Juliana) e aprendemos que a responsabilidade do que acontece com a gente não é do outro. Não dá para terceirizar a culpa. Acabamos as aulas tendo crise de risos analisando nossos últimos perrengues”, diverte-se. “Minha vida conjugal não é perfeita. Temos arranca-rabos, mas existe respeito. Não brigamos na frente das crianças e não armamos barraco em público. Dessa forma, a gente não se expõe.”