Jumbo: Icônico restaurante flutuante de Hong Kong afunda

Jumbo: o icônico restaurante, inaugurado em 1976, foi projetado como um palácio imperial chinês, apareceu em vários filmes de Hollywood e recebeu clientes ilustres como a rainha Elizabeth II e o ator Tom Cruise. (Foto: REUTERS/Tyrone Siu)
Jumbo: o icônico restaurante, inaugurado em 1976, foi projetado como um palácio imperial chinês, apareceu em vários filmes de Hollywood e recebeu clientes ilustres como a rainha Elizabeth II e o ator Tom Cruise. (Foto: REUTERS/Tyrone Siu)

O restaurante flutuante Jumbo, uma antiga atração turística de Hong Kong, afundou no Mar da China Meridional apenas uma semana depois de deixar o centro financeiro internacional, segundo anunciou a empresa proprietária nesta segunda-feira (20).

Cenário de filmes de Hollywood e com clientes icônicos como a rainha Elizabeth II, o flutuante, um gigante de 76 metros de comprimento e capacidade para 2.300 pessoas, virou perto das Ilhas Paracel, que ficam no Mar da China entre Hong Kong, Vietnã e Filipinas.

De acordo com o grupo Aberdeen Restaurant Enterprises, que administra o Jumbo, a embarcação encontrou "condições adversas" enquanto navegava na área, apenas uma semana após deixar o centro financeiro internacional da cidade, onde estava atracado havia quase 50 anos.

Ainda de acordo com a empresa, apenas a tripulação estava no navio, e não houve feridos.

“Por conta da profundidade de mais de 1.000 metros no local, é extremamente difícil realizar trabalhos de salvamento ali", informou o grupo.

O icônico restaurante, inaugurado em 1976, foi projetado como um palácio imperial chinês, apareceu em vários filmes de Hollywood e recebeu clientes ilustres como a rainha Elizabeth II e o ator Tom Cruise.

A embarcação ficou quase 50 anos atracada em Hong Kong, mas, o estabelecimento fechou em março de 2020 devido à pandemia de covid-19, que deu o golpe de misericórdia após quase uma década de prejuízos acumulados no valor de 12,7 milhões de dólares.

Apesar disso, este ano, a administradora restaurou a embarcação e decidiu levá-la a outro ponto no mar da China, que ainda não havia sido especificado.

Na terça-feira passada a embarcação foi embora de Hong Kong, deixando um misto de pesar e nostalgia entre os moradores desta cidade, cujo status de centro internacional de negócios está ameaçado pela gestão restritiva da pandemia e pela repressão à dissidência.

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