Justiça adia julgamento que poderia destituir diretoria da CBF

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A 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro adiou a decisão de um processo em que o Ministério Público pede a destituição de toda a diretoria da CBF. A alegação é que houve irregularidades na eleição da entidade, que aconteceu em 2018, e elegeu Rogério Caboclo como presidente.

Um dos desembargadores votou a favor da CBF, mas outro, pediu vistas. Isso quer dizer que ele quer mais prazo para analisar o caso. Além deles, um terceiro magistrado precisa votar.

Em julho, dias após Rogério Caboclo ter sido afastado da presidência da CBF sob a acusação de assédio sexual, o juiz Mario Cunha Olinto Filho, da 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca, atendeu ao pedido do MO e anulou a Assembleia-Geral onde aconteceu a eleição. Ele ainda nomeou o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, como interventores.

Entretanto, a CBF recorreu, e no dia em que os interventores assumiriam, o desembargador Luiz Umpierre de Mello Serra suspendeu a decisão de primeiro grau. A expectativa é que o processo volte a pauta da 19ª Câmara na próxima semana.

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