Justiça argentina prende quarto suspeito de participação em atentado contra Cristina Kirchner, diz mídia

Vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner

BUENOS AIRES (Reuters) - A Justiça argentina ordenou a prisão de um quarto suspeito de envolvimento na organização do fracassado ataque com uma arma de fogo à vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, há quase quinze dias, informou a mídia local nesta quarta-feira.

A juíza María Eugenia Capuchetti decretou a prisão de Nicolás Gabriel Carrizo, que havia declarado que, após a tentativa de assassinato, havia recebido em sua casa Brenda Uliarte, a suposta parceira do agressor Fernando Sabag Montiel, ambos já presos, noticiaram os jornais Clarín e La Nación.

Montiel foi preso na noite de 1º de setembro perto da casa da vice-presidente, depois de ter disparado duas vezes uma pistola a centímetros da cabeça de Cristina, sem que a bala saísse.

Em uma entrevista na televisão após o ataque, Carrizo disse, ao lado de Uliarte, que ambos não tiveram "nada a ver com isso".

Na terça-feira, a Justiça prendeu o terceiro suspeito de fazer parte de uma pequena organização informal que teria planejado o ataque a Cristina, a poderosa vice-presidente peronista que governou o país entre 2007 e 2015.

(Reportagem de Eliana Raszewski)