Justiça Eleitoral reconhece ausência de justa causa em denúncia anônima contra Haddad

***ARQUIVO*** SÃO PAULO / SÃO PAULO / BRASIL - 22/08/22 -  Lançamento do programa de governo de São Paulo pelo candidato Fernando Haddad - PT . O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), concede coletiva de imprensa nesta segunda-feira (22) sobre o lançamento oficial do Programa de Governo da coligação “Juntos Por São Paulo” (Federação Brasil da Esperança: PT, PCdoB e PV - Federação PSOL e Rede - PSB e Agir).  ( Foto: Karime Xavier / Folhapress) .
***ARQUIVO*** SÃO PAULO / SÃO PAULO / BRASIL - 22/08/22 - Lançamento do programa de governo de São Paulo pelo candidato Fernando Haddad - PT . O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), concede coletiva de imprensa nesta segunda-feira (22) sobre o lançamento oficial do Programa de Governo da coligação “Juntos Por São Paulo” (Federação Brasil da Esperança: PT, PCdoB e PV - Federação PSOL e Rede - PSB e Agir). ( Foto: Karime Xavier / Folhapress) .

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça Eleitoral de São Paulo concedeu nesta sexta-feira (2) habeas corpus para trancar uma investigação criminal contra o ex-prefeito e pré-candidato ao Governo de São Paulo Fernando Haddad (PT).

Segundo a denúncia, feita de forma anônima, servidores comissionados da Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana) teriam sido "intimados a ajudar" nas campanhas de Haddad à Prefeitura de São Paulo e do então candidato a Assembleia Legislativa de São Paulo Simão Pedro Chiovetti, em 2012.

O Ministério Público Eleitoral já havia reconhecido que não havia elementos que indicassem envolvimento de Haddad e requereu o arquivamento da investigação.

Agora, a 1ª Zona Eleitoral de São Paulo reconheceu a ausência de justa causa da investigação, o que resultou no trancamento da investigação policial que perdurava por mais de cinco anos.

A defesa de Fernando Haddad foi feita pelos advogados Pierpaolo Bottini e Tiago Rocha, do escritório Bottini & Tamasauskas Advogados.

Segundo eles, a decisão do juiz eleitoral "é irretocável e, mais uma vez, reconhece que investigações policiais lastreadas em denúncias anônimas e relatos de delatores premiados devem ser corroboradas por provas independentes".

E seguem: "Ainda que após cinco anos, o reconhecimento da ausência do suposto delito no pleito de 2012 é de extrema importância".