Justiça mantém ação contra oito acusados de incêndio no Ninho do Urubu

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*ARQUIVO* RIO DE JANEIRO, RJ, 08.02.2019:  Movimentação em frente ao CT do clube. (Foto: Fabio Teixeira/Folhapress)
*ARQUIVO* RIO DE JANEIRO, RJ, 08.02.2019: Movimentação em frente ao CT do clube. (Foto: Fabio Teixeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A 36ª Vara Criminal do Rio de Janeiro decidiu manter ação penal contra 8 dos 11 denunciados pelo incêndio no centro de treinamento do Flamengo, conhecido como Ninho do Urubu, em fevereiro de 2019. As informações são da Agência Brasil.

O juiz Marcos Augusto Ramos Peixoto rejeitou denúncia contra o ex-diretor de base, Carlos Noval, e o engenheiro Luiz Felipe Pondé. O monitor Marcus Vinícius Medeiros foi absolvido da acusação de envolvimento no incêndio.

Os outros oito denunciados continuam como réus no processo, entre eles, o ex-presidente do Flamengo Eduardo Bandeira de Mello, um ex-diretor e um engenheiro do clube. Eles vão responder por incêndio culposo qualificado pelos resultados de morte e lesão grave.

A Justiça considerou que o clube preferiu pagar multas recorrentes ao Poder Público em vez de procurar se adequar às exigências feitas pelo Corpo de Bombeiros.

O incêndio, em fevereiro de 2019, resultou na morte de dez jovens atletas da base do Flamengo. Outros três adolescentes ficaram feridos.

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