Justiça converte para preventiva prisão de médico que estuprou grávida

O médico Giovanni Quintella Bezerra foi preso por estuprar uma mulher que estava sedada durante o parto (Foto: Reprodução)
O médico Giovanni Quintella Bezerra foi preso por estuprar uma mulher que estava sedada durante o parto (Foto: Reprodução)

O médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra teve sua prisão convertida de flagrante para preventiva nesta terça-feira (12), informou o portal g1. Ele foi preso por estuprar uma mulher que estava sedada durante o parto.

Na audiência de custódia realizada na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informou que Giovanni será encaminhado para o presídio Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8), no Complexo de Gericinó, onde ficará sozinho em uma cela.

Ainda de acordo com o portal g1, por conta da mudança, Giovanni Quintella Bezerra ficará preso por tempo indeterminado, tendo sua situação reavaliada se ultrapassar 90 dias. Nesses três meses, o inquérito policial poderá ser concluído e entregue ao MP (Ministério Público) que decidirá pela denúncia ou não e pela manutenção da prisão.

Em entrevista à GloboNews, a delegada responsável pelo caso, Bárbara Lomba, outras três mulheres procuraram autoridades para denunciar que foram vítimas de Giovanni Quintella Bezerra. Além delas, autoridades também investigam se as outras duas pacientes operadas no dia 10 foram vítimas.

Bárbara Lomba descreveu que o comportamento de Giovanni Quintella chamou atenção de colegas por alguns pontos, como o excesso de sedação, a preocupação em dificultar a visão da parte superior do corpo da vítima, o local onde ele se posicionava e também a proximidade das vítimas.

A equipe médica começou a suspeitar e, na segunda cirurgia do dia 10, uma colega de trabalho afirmou que Giovanni Quintella estava com o pênis ereto. Mulheres que integravam a equipe conseguiram gravar a cena de estupro, o que levou o anestesista a ser preso em flagrante. O crime ocorreu no Hospital da Mulher Heloneida Studart, no Rio de Janeiro.

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