Justiça determina fiscalização em barragem de Congonhas

·1 min de leitura
  • Moradores da região temem o rompimento da Barragem Casa de Pedra

  • Justiça determinou que companhia responsável pela barragem abra as portas para a Defesa Civil da região

  • Determinação prevê uma multa de R$ 1 milhão em favor do Município de Congonhas (MG) por dia de descumprimento

Os fortes temporais que atingem diversas cidades de Minas Gerais, ao longo dos últimos dias, levaram destruição a diferentes localidades e provocou a queda de parte de um cânion no Lago de Furnas, Capitólio. Com medo das consequências da chuva, moradores de Congonhas, na região Central do estado mineiro, temem o rompimento da barragem Casa de Pedra, da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional).

Moradores de Congonhas temem rompimento da barragem Casa de Pedra, mantida pela Companhia Siderúrgica Nacional — (Foto: Reprodução/DAM Projetos de Engenharia)
Moradores de Congonhas temem rompimento da barragem Casa de Pedra, mantida pela Companhia Siderúrgica Nacional — (Foto: Reprodução/DAM Projetos de Engenharia)

A mineradora CSN informou, em nota divulgada ontem (9), que a estrutura da barragem está estável. No entanto, o Juiz José Aluísio Neves da Silva determinou que a empresa abra as portas para uma vistoria da Defesa Civil da cidade, sob pena de multa de R$ 1 milhão em caso de descumprimento.

A barragem Casa de Pedra, em Congonhas, é considerada quatro vezes maior que a barragem da Vale que rompeu em Brumadinho. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) estima que as regiões podem ser afetadas em cerca de 30 segundos em caso de rompimento.

Neste domingo (9), moradores afirmaram que havia barro escorrendo da barragem Casa de Pedra. A CSN, no entanto, emitiu nota em que explica que, em função das chuvas, “ocorreram pequenos escorregamentos em terreno natural e não na barragem Casa de Pedra”.

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