Justiça determina prisão de sogra acusada de matar genro carbonizado no RJ

Investigação da Polícia Civil conclui que sogra matou Raphael Galvão; corpo foi encontrado carbonizado no carro que ele utilizava para trabalhar como motorista de aplicativo. (Foto: Getty Creative)
Investigação da Polícia Civil conclui que sogra matou Raphael Galvão; corpo foi encontrado carbonizado no carro que ele utilizava para trabalhar como motorista de aplicativo. (Foto: Getty Creative)

A juíza Alessandra da Rocha Lima Roidis, da 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, decretou a prisão temporária de uma sogra que teria matado o genro há um mês. O homem foi encontrado carbonizado no porta-malas do carro em que ele utilizava para trabalhar como motorista de aplicativo. A informação é do portal Metrópoles.

Em imagens de câmera de segurança obtidas pela Polícia Civil, Iris Silva aparece comprando o combustível que teria usado para incendiar o veículo com Raphael Galvão dentro.

De acordo com a investigação, a sogra planejou o crime para vingar as agressões sofridas pela filha, que tinha um relacionamento com o rapaz. A defesa de Iris pediu um habeas corpus à juíza, que negou. Os advogados sustentam que Iris não matou o genro, tendo participado “apenas na ocultação do cadáver”.

Nas imagens, o veículo utilizado por Raphael para em um posto de combustível na Rodovia Washington Luiz, em Santa Cruz da Serra por volta das por volta das 20h33 do dia 23 de abril. Iris então sai do carro com uma garrafa de plástico vazia e logo depois retorna ela cheia de gasolina. O frentista que atendeu Iris afirmou, em depoimento à polícia, que a mulher alegou que precisava do combustível para suprir o gerador de energia de um sítio em Xerém.

O crime

A Polícia Civil foi informada na manhã do dia do crime que um veículo estava em chamas na Estrada do Cantão, em Caxias. Chamada à delegacia, Thamires Silva, esposa de Raphael e filha de Iris, disse que o marido havia saído de casa no dia 23 de abril por volta das 19h e que ele não deixou de ver as mensagens em um aplicativo de mensagens às 20h.

Thamires alegou que o crime poderia ser resultado de uma briga em que o marido havia se envolvido no bar alguns dias antes. Em depoimento, testemunhas disseram que a briga no bar envolveu somente o casal e que Raphael havia feito insultos e ameaças à Thamires.

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