Justiça proíbe venda de comidas com formato de genitais

Ministério da Justiça proíbe venda de alimento com formato de genitais a menores (foto: Getty Images)
Ministério da Justiça proíbe venda de alimento com formato de genitais a menores (foto: Getty Images)
  • A medida foi publicada no no Diário Oficial de União (DOU) desta quarta-feira;

  • As empresas também não podem mais exibir letreiros considerados explícitos;

  • A multa diária é de R$ 500 em caso de descumprimento das regras

A venda de alimento formato de genitais foi proibida para menores de 18 anos, conforme medida publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública no Diário Oficial de União (DOU) desta quarta-feira (1º). A partir da notificação, as lojas têm cinco dias para apresentar uma justificativa.

Em locais de amplo acesso, as empresas também não podem mais exibir letreiros considerados explícitos, tão pouco expor nesses ambientes material pornográfico ou que sugira o formato de órgãos genitais. Além disso, deve ser exibido na porta das lojas um aviso de que é proibido o acesso de menores de 18 anos aos estabelecimentos.

A diretora substituta da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Laura Tirelli, foi a responsável por assinar a decisão que é direcionada as seguintes empresas: La Putaria, no Rio de Janeiro; Ki Putaria, em Salvador (BA); Assanhadxs Erotic Food, em São Paulo e La Pirokita, em Maringá (PR). A determinação ainda prevê multa diária de R$ 500 em caso de descumprimento das regras.

Casados são os que mais comprarão vibradores para o Dia dos Namorados

Se engana quem pensa que os solteiros são os que mais gastam com brinquedinhos sexuais. A pesquisa "Perfil do Mercado Erótico durante a Quarentena” mostrou que os casados foram os que mais compraram produtos eróticos nos últimos anos. Ao todo, 27,8% dos que estiveram em um matrimônio compraram algo para apimentar a relação.

Mais de 51% dos consumidores são jovens de 25 a 34 anos. "Se adicionarmos também os 37,1% da faixa etária de 35 a 44 anos essa porcentagem sobe para 85% no total. Pela primeira vez mapeamos as compras dos casais. Eles estão escolhendo e decidindo juntos”, comenta Paula Aguiar, ex-presidente da ABEME e autora do levantamento.

A Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme) aponta que mais de 1 milhão de vibradores foram comercializados durante a pandemia e o faturamento ano passado foi de 2 bilhões. São Paulo é o estado que lidera em vendas.

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