Karol Conká celebra destaque em telão da Times Square: 'Estou na subida e ainda vou subir mais'

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

Karol Conká acordou com uma notícia e tanto nesta sexta-feira, dia 22. Ex-BBB 21, a cantora teve seu rosto estampado em um dos telões na Avenida Times Square, em Nova York. O motivo foi a divulgação de seu novo álbum, "Urucum", lançado no final de março deste ano. Em seu perfil no Twitter, a rapper comemorou o feito e aproveitou para agradecer:

"Obrigada Spotify Brasil. Obrigada meus fãs, minha equipe e todo mundo que não soltou a minha mão. Amo vocês".

Veja também:

Já no Instagram, Karol refletiu sobre o processo criativo do álbum e descreveu a emoção de ver seu rosto na famosa avenida:

"Não tô sabendo segurar a emoção em ver as imagens de Urucum estampadas na Times Square, em Nova Iorque. Quando produzi esse álbum, foi buscando me curar de feridas que pareciam que jamais seriam cicatrizadas. Hoje, mais do que nunca, entendo que quando colocamos verdade naquilo que fazemos, a vida se encarrega dos retornos. Como uma artista mulher e preta, depois de tudo que passei e fiz passar, digo com segurança que somos donas da nossa trajetória, que somada às pessoas que querem ver o nosso bem, esse caminho pode florescer novamente, por mais que a tempestade pareça não ter fim. Todas as pessoas que não soltaram a minha mão têm um papel importante nessa etapa da minha vida. Digo e repito: estou na subida e ainda vou subir mais".

Confira também:

A rapper viveu um fuzuê com sua polêmica passagem pelo “BBB 21” e se deixou inflamar por uma onda de sentimentos que a fez sair do programa com o maior índice de rejeição da história (99,17%). Após seis meses reclusa e outros seis retomando a vida entre sessões de terapia e um intenso processo criativo, nasceu “Urucum”.

No álbum recém-lançado, a cantora reflete sobre as quatro versões de si que conheceu: Karoline, a calma; Karol Conká, a poderosa; Mamacita, a sem paciência; e Jaque Patombá, aquela causadora que já vimos.

Leia também:

— A música é minha salvação desde os 6 anos. Sempre passei por turbulências e foi a arte que me tirou delas. Por muitas vezes, subi aos palcos após uma situação dolorosa e escondia nos looks, no sorriso. Gritava nos meus versos aquilo que queria ter, mas sentia que não tinha, que era poder, resiliência e força — disse Karol em entrevista ao EXTRA.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos