Kaysar lança funk sobre 'BBB' e teme reação de Karol Conká ao cancelamento na web: 'Deve surtar'

Luana Santiago
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Em 2018, Kaysar Dadour conquistou o país com sua personalidade divertida no ''Big Brother Brasil'' daquele ano. Pouco depois, o sírio exibiu seu talento na atuação em ''Carcereiros'' e ''Órfãos da terra'' e, ainda, provou que é um ótimo dançarino na ''Dança dos famosos''. Nesta sexta-feira, chegou a hora do ex-BBB mostrar que também leva jeito para música. E o primeiro single do artista só podia ser sobre o ''BBB''. Em ritmo de funk, ''Fogo no parquinho'' fala, com bom-humor, sobre a experiência no reality.

— Eu já tinha feito duas participações em músicas antes, porém estava querendo fazer mais músicas... Na semana passada, no estúdio, começamos a canetar e pensamos: 'Vamos fazer uma música sobre o BBB!'. É uma música engraçada, demos muitas risadas compondo. Não tem nada a ver com as brigas do programa.

Embora tenha gostado da experiência a ponto de investir para valer na carreira de cantor (ele promete uma nova música ainda em fevereiro), Kaysar admite que soltar a voz foi um desafio:

— É dificil, pelo amor de Deus! (risos). Não me considero profissional, mas tenho desejo de cantar mais. Eu já queria fazer música desde a época do ''BBB''. Cheguei a tentar antes, mas não estava dando certo... Até que encontrei um estúdio que combinou muito comigo e fizemos esse funk, ritmo do qual gosto muito.

Apesar do amor pelo ritmo carioca, o sírio tem vontade de explorar outros gêneros musicais.

— Também quero fazer canções árabes, cantando no meu idioma nativo. Tenho várias músicas planejadas — conta o ator, que não vai deixar a atuação de lado por causa da música: — Muitos atores também fazem música. Eu estou apaixonado pela atuação, estou me estudando muito, mas eu acho o seguinte: já que é música é um assunto que eu não também gosto, e não estou fazendo mal a ninguém com ela... 'Tá' válido. Muita gente deixar de realizar sonhos por falta de coragem, medo de críticas. Eu estou bem resolvido nisso. Todo mundo começa de baixo. Tem que começar.

E se algum dia Kaysar puder estar em cima do palco, cantando, ele vai encarar o desafio com gosto.

— Tomara! Eu quero, sabe! Vamos nessa! Quando surgrir a oportunidade... — promete.

Enquanto a chance de se apresentar não vem, Kaysar, além de fazer música e estudar, tem acompanhado as brigas do ''Big Brother Brasil 21'', que vem movimentando as redes sociais desde a estreia da edição. Justamente por ter vivenciado o estresse do jogo, Kaysar, que foi o vice-campeão de sua edição, afirma não ser capaz de julgar as atitudes de alguns participantes.

— A gente pira quando está dentro da casa, então eu não posso julgar ninguém, mas fico com dó das famílias (dos participantes). Mães, pais, tios, assessorias... Eles que sofrem. Porque lá dentro ninguém imagina que foi cancelado aqui fora, quem sabe são os familiares — reflete o ator, que imagina qual será a reação de Karol Conká quando ela sair do ''BBB21'' e se deparar com o cancelamento na web, por causa das posturas polêmicas que adotou com Lucas Penteado e Juliette: — Não sei como vai ser quando ela sair... Vai ser pesado para ela. Todo mundo só fala dela, no Twitter só tem o nome dela. Karol deve surtar quando sair. Se não estiver preparada para as críticas, acho que pode ter depressão.

Como o confinamento ainda está no comecinho, o sírio diz que é cedo demais para definir um favorito. Ele acredita, porém, que, se o programa terminasse hoje, Caio seria uma dos mais fortes para levar o prêmio de R$ 1,5 milhão para casa.

— Não posso apontar quem é que ganha porque no ''BBB'' é assim: em um dia você é favorito, no outro está cancelado. É muito cedo. Pelo que eu estou acompanhando no Twitter, estão dizendo que, se o Caio continuar assim, ele ganha. Ele tem uma torcida muito forte e, analisando as redes sociais, parece ser o favorito. Outra participante que também está ganhando muita força é a Juliette. No início do programa todo mundo zoou ela na web, mas agora estão apoiando. Também aconteceu isso com o Lucas... Isso só prova que o jogo muda muito — analisa o ex-BBB.