Kim diz querer restaurar linha direta entre Coreias e critica "política hostil" dos EUA

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Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, em Pyongyang
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Por Hyonhee Shin

SEUL (Reuters) - O líder norte-coreano, Kim Jong Un, disse que está disposto a restaurar as linhas diretas intercoreanas no próximo mês, mas acusou os Estados Unidos de proporem negociações sem mudarem a "política hostil" em relação país, informou a agência estatal de notícias KCNA na quinta-feira (horário local).

Em seu discurso na Assembleia Popular Suprema, o recluso Parlamento do país, Kim disse que as ameaças militares dos EUA e a política hostil permanecem inalteradas sob o novo governo do presidente Joe Biden.

O governo Biden afirmou que procurou Pyongyang para quebrar um impasse sobre as negociações que visam desmantelar os programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte em troca de alívio das sanções dos EUA.

Mas Kim disse que as ofertas de reengajamento e diálogo são apenas para encobrir a política hostil continuada dos EUA, segundo a KCNA.

Kim expressou disposição de reconectar as linhas diretas intercoreanas a partir de outubro "como parte dos esforços para concretizar as esperanças das pessoas por melhores relações e paz duradoura" entre as rivais, disse a agência de notícias oficial KCNA.

A Coreia do Norte rompeu as linhas diretas no início de agosto, poucos dias depois de reabri-las pela primeira vez em um ano.

(Reportagem de Sangmi Cha e Hyonhee Shin)

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