Kit antifome do Setor 1 da Sapucaí conta com frango frito, pastelzinho e salsichão

·1 min de leitura

De cachorro quente a frango frito. Salsichão e batata palha. Vale tudo no Setor 1 para matar a fome de quem vai varar a madrugada assistindo à primeira noite das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Após polêmica durante o primeiro fim de semana de ensaios técnicos — no último mês de março, em que a Liga das Escolas de Samba (Liesa) tinha proibido a entrada de recipientes com tampa — foi autorizado a presença desses itens nos desfiles, contando que fosse apenas para uso pessoal.

A empregada doméstica Maria José Augostino, de 52 anos, com cerca de dez parentes, saiu de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e encararam quase duas horas de ônibus até a Marquês de Sapucaí. Munida de um kit antifome completo, ela diz que está pronta para ver sua escola de coração passar “com a barriga cheia”.

— Trouxemos três bolsas com comidas. Fizemos cachorro quente, pastéis, salsichões, batatas de saquinhos e até frango frito. Não vamos ficar de barriga vazia durante a passagem da Mangueira — brincou Maria José.

Nesta semana, o presidente da Liesa Jorge Perlingeiro disse ao EXTRA que não fiscalizaria com rigor os produtos levados pelo público ao Sambódromo. Ele disse que não tem como mensurar a quantidade de latinhas de cerveja que cada pessoa pode levar, mas também não dá para exagerar. Se for algo que a própria pessoa consegue levar, sem precisar de ajuda, não será reprimido.

— Não vamos vistoriar nem fiscalizar essas coisas. A ideia é deixar o povo se distrair. É um evento muito longo. As pessoas ficam muitas horas ali, levam menores. A ideia nossa é brindar o público com um grande espetáculo. Essa é a nossa preocupação — afirmou.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos