Líder da maioria no Senado afirma que 'cédulas enviadas ilegalmente' não devem ser contadas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O líder da maioria no Senado dos EUA, o republicano Mitch McConnell, publicou em seu perfil no Twitter nesta sexta (6) uma mensagem em que defende que "cédulas enviadas ilegalmente" não devem ser contadas durante o processo de apuração para eleição presidencial nos EUA. "Veja como isso deve funcionar em nosso grande país: Todo voto legal deve ser contado. Qualquer cédula enviada ilegalmente não deve. Todos os lados devem observar o processo. E os tribunais estão aqui para aplicar as leis e resolver disputas." "É assim que os votos americanos decidem o resultado", conclui. Na noite de quinta (5), o presidente americano, Donald Trump, fez um breve discurso na Casa Branca em que voltou a acusar, sem provas, fraudes nas eleições e afirmou que se fossem contados "os votos legais", ele venceria. "Se contar os ilegais, podem tentar roubar a eleição de nós", disse. Assim como Trump, McConnel não especificou a que votos se referia quando apontou as cédulas enviadas ilegalmente, mas o presidente tem repetido que votos enviados por correio depois do dia da eleição não deveriam ser computados. Vários estados, entretanto, possuem leis que preveem essa prática, e a Justiça a considerou legal.