Líder de evangélicos critica Barroso por proibir religiosos em terras indígenas e diz que vai acionar plenário do STF

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*ARQUIVO* São Paulo, SP, Brasil, 06-12-2018: Cezinha de Madureira, 44, pastor e deputado federal por São Paulo (PSD), em seu gabinete na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*ARQUIVO* São Paulo, SP, Brasil, 06-12-2018: Cezinha de Madureira, 44, pastor e deputado federal por São Paulo (PSD), em seu gabinete na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Presidente da bancada evangélica da Câmara, o deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP) criticou a decisão recente de Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), de proibir missões religiosas em aldeias indígenas isoladas durante a pandemia de Covid-19.

Para o parlamentar, o ministro deixou as “rusgas” que tem com o presidente Jair Bolsonaro contaminarem sua capacidade de decisão ao reafirmar o veto à entrada de missões religiosas.

O deputado disse que a bancada pedirá que Barroso envie o caso ao plenário da Corte.

“Ele não pode pegar o fígado dele com o presidente Bolsonaro para atacar nossa liberdade religiosa. Vai atacar o presidente atacando a gente, porque somos próximos? Inadmissível”, afirmou à coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

“Somos 114 deputados evangélicos na Câmara, 14 senadores, e a tendência é aumentar a bancada em 2022. Querendo Barroso ou não, o evangelho vai crescer no Brasil. Os temas relacionados à nossa fé no Judiciário terão que passar pela Câmara e pelo Senado”, completou.

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