Líderes de caminhoneiros veem alta nos pedágios de SP como agravante na crise

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*ARQUIVO* SÃO JOSE DOS CAMPOS  - SP BRASIL 2019-09-09 - Vista de diversos pontos de pedágios da CCR NOVA DUTRA. (Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO JOSE DOS CAMPOS - SP BRASIL 2019-09-09 - Vista de diversos pontos de pedágios da CCR NOVA DUTRA. (Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Lideranças de caminhoneiros avaliam que o aumento de 8% no preço do pedágio em SP, autorizado pela Artesp nesta sexta (25), pode mobilizar a população, que será mais impactada, a apoiar outros pleitos da categoria, como a reclamação pelo preço do combustível.

Segundo Marcelo da Paz, representante dos motoristas de Santos, quem deve arcar com a alta é o embarcador, mas o aumento é um agravante no contexto atual de insatisfação dos caminhoneiros.

Everaldo Bastos, diretor da Fetrabens (Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas em Geral do Estado de São Paulo), diz que o reajuste veio em péssimo momento. “Vamos analisar os motivos para esse aumento. Não é coerente porque não vem acompanhado da manutenção das rodovias”, afirma.

Para José Roberto Stringasci, presidente da ANTB (Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil), a preocupação maior da categoria ainda é o valor dos combustíveis, que tem gerado discussões sobre uma possível paralisação dos caminhoneiros.

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