Líderes do centro dizem que manifesto marca ‘aproximação’ mesmo com aliança distante

Gustavo Schmitt
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SÃO PAULO - Embora digam que ainda é cedo para falar em candidatura única para a Presidência, nomes do centro afirmam que o manifesto em defesa da democracia, divulgado na quarta-feira, foi um importante gesto de aproximação desse campo. Líderes partidários e alguns dos signatários ouvidos pelo GLOBO dizem que o documento cumpriu o papel de fazer contraponto ao aniversário do golpe militar de 1964 e ao presidente Jair Bolsonaro. Segundo eles, a iniciativa recebeu ontem apoio de líderes políticos, do empresariado e personalidades da cultura.

Um dos seis signatários, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), avalia que o momento é de diálogo entre as forças políticas do centro, mas adota cautela ao tratar de composições para 2022.

— Tudo tem sua hora. Agora é a hora da defesa da democracia, da Constituição, da liberdade e da Justiça — afirmou Doria.