Joe Biden, o Papa Francisco e o Rei de Espanha juntam-se aos tributos a Isabel II

As reações à morte da rainha Isabel II chegam de todo o mundo.

Joe Biden, presidente norte-americano, disse, num comunicado publicado no Twitter, que a rainha "era mais do que uma monarca. Ela definiu uma era". “Num mundo em constante mudança, ela foi uma presença constante e uma fonte de conforto e orgulho para gerações de britânicos”, acrescentou.

O Papa Francisco também lamentou a morte da rainha e destacou o seu “serviço incansável pelo bem” do Reino Unido e o seu “exemplo de devoção ao dever”.

Na Europa, as reações também não tardaram em chegar.

"É com profunda tristeza que soube da notícia da morte de Sua Majestade, a Rainha Isabel II. A Rainha Isabel foi uma mulher que moldou um século no Reino Unido e no mundo inteiro. Ela viveu a história contemporânea e escreveu-a. A Sua Majestade foi alvo da mais alta estima e respeito em todo o mundo", disse o presidente alemão Frank-Walter Steinmeier.

Isabel II viveu a história contemporânea e escreveu-a.

"A Rainha Isabel será sempre recordada como uma das maiores rainhas de todos os tempos pela sua dignidade, sentido do dever, coragem e devoção ao seu povo", disse o Rei Felipe VI de Espanha.

Também da Ucrânia, devastada pela guerra, chega uma mensagem de condolências pela monarca britânica: "Com profunda tristeza, tomei conhecimento da morte de Sua Majestade, a Rainha Isabel II. Uma pesada perda para toda a Europa e para o mundo. Da parte de todos os ucranianos, apresento as minhas sinceras condolências à família real, a todo o Reino Unido e aos países da Commonwealth. Os nossos pensamentos e orações estão convosco", disse o presidente Volodymyr Zelenskyy.

António Guterres enalteceu o papel da rainha e disse que ela “era uma boa amiga das Nações Unidas e uma presença tranquilizadora ao longo de décadas de mudança”. O Conselho de Segurança da ONU fez na tarde de quinta-feira um minuto de silêncio em memória da Rainha Isabel II.