La Liga reúne Piqué, Nadal, Luis Fonsi e outras personalidades em festival solidário contra coronavírus


A La Liga, organizadora do Campeonato Espanhol, irá promover neste sábado um festival de música virtual para arrecadar fundos para o combate ao coronavírus e também entreter fãs em quarentena. A iniciativa, batizada de "LaLigaSantander Fest" será transmitida pelas redes sociais da organização, às 14h (de Brasília), e terá participação de uma legião de jogadores e artistas, como Sérgio Ramos, Piqué, Iniesta, Rafael Nadal e Luis Fonsi.

- Essa iniciativa se tornou algo muito grande. Temos os melhores artistas, os melhores clubes e jogadores e os melhores fãs. Juntos, convenceremos as pessoas da importância de ficar em casa agora e arrecadaremos fundos para comprar suprimentos médicos, que são tão escassos em um momento como este - disse Javier Tebas, presidente da La Liga.

Ainda participarão outros nomes conhecidos do mundo do futebol, como Iván Rakitic, do Barcelona, Jesus Navas, do Sevilla, Santi Cazorla, do Villareal, Rodrigo Moreno, do Valencia e muito mais. O evento ainda contará com extensa line-up, formada por maioria de cantores espanhóis

O público também poderá realizar doações, através do site da entidade. Uma parte do dinheiro será destinada à campanha #SaldremosJuntos (“Sairemos dessa juntos”, em tradução livre), um projeto criado por Saúl Ñiguez, volante do Atlético de Madrid, que busca ajudar pequenas e médias empresas e freelancers afetados pela covid-19.






La Liga - Festival

Line-up da "LaLigaSantander Fest" (Foto: Divulgação/LaLiga)


  • Médica é espancada por cinco homens no Rio de Janeiro após reclamar de festa e quebrar retrovisor
    Notícias
    O Globo

    Médica é espancada por cinco homens no Rio de Janeiro após reclamar de festa e quebrar retrovisor

    Ticyana D'Azambuja, que tem trabalho no combate à pandemia do novo coronavírus, contou que teve o joelho esquerdo quebrado e as mãos pisoteadas

  • Coronavírus: Brasil tem 31.199 mortes e 555.383 casos confirmados, diz Ministério da Saúde
    Saúde
    Yahoo Notícias

    Coronavírus: Brasil tem 31.199 mortes e 555.383 casos confirmados, diz Ministério da Saúde

    Até segunda-feira (1), o Brasil contabilizava 29.937 mortes e 526.447 casos de pessoas infectadas

  • Alvo de inquérito do STF, deputado ‘youtuber’ cita intervenção militar e avisa que anda armado
    Política
    O Globo

    Alvo de inquérito do STF, deputado ‘youtuber’ cita intervenção militar e avisa que anda armado

    Policial da reserva, conhecido por quebrar placa em homenagem a Marielle Franco e por ‘espionagem’ em guerra do PSL na Câmara, Daniel Silveira agora sugere que poderia atirar em manifestantes antifascistas

  • Longe de Sheila Mello na quarentena, Feijão se declara: 'Sou tão apaixonado em você'
    Entretenimento
    Extra

    Longe de Sheila Mello na quarentena, Feijão se declara: 'Sou tão apaixonado em você'

    O tenista está passando a quarentena longe da amada, mas se declarou para ela

  • George Floyd: vídeos mostram policial sendo espancado e outro sendo atropelado durante protestos em NY
    Notícias
    Extra

    George Floyd: vídeos mostram policial sendo espancado e outro sendo atropelado durante protestos em NY

    Dois vídeos chocantes mostram violência contra policiais de Nova York na noite desta segunda-feira,...

  • 'Presidente esqueceu de combinar comigo', diz Aras sobre arquivar inquérito contra Bolsonaro
    Política
    Folhapress

    'Presidente esqueceu de combinar comigo', diz Aras sobre arquivar inquérito contra Bolsonaro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou, em entrevista ao jornalista Pedro Bial, da TV Globo, que não é amigo do presidente Jair Bolsonaro e que a relação entre os dois é apenas respeitosa. Aras definiu como "declaração unilateral" a posição do presidente sobre a possibilidade de arquivamento do inquérito em que Bolsonaro é suspeito de violar a autonomia da Polícia Federal, logo após visita feita ao procurador. "O presidente esqueceu de combinar comigo", disse sobre a declaração, na entrevista exibida na madrugada desta terça (2). "Se eu não tenho condições de controlar os meus colegas da primeira instância, que ousam contra as minhas posições e gritam todo dia que têm independência funcional, imagine se eu ou qualquer outra autoridade possa controlar o que diz o senhor presidente." Aras disse ter sido surpreendido pela visita e relatou ter recebido Bolsonaro de forma cordial, como faz com todas as autoridades. Afirmou ainda que faz parte de sua personalidade a postura amável, mas firme e dura quando é necessário. Durante a entrevista, a declaração sobre a declaração unilateral do presidente foi a mais crítica a Bolsonaro. Diante de outros questionamentos, o PGR optou por uma posição mais compreensiva com o presidente, definido por ele como um homem "muito espontâneo" e que tem convicções próprias. O procurador-geral afirmou, por exemplo, que não vê ilegalidade no fato de Bolsonaro não usar máscara de proteção contra o coronavírus em áreas públicas de Brasília nos últimos dias, apesar de o item ser obrigatório no Distrito Federal desde o dia 18 de maio. "Quando atua nos limites do Palácio do Planalto, não comete ilícito ao não usar a máscara. O regramento vale para o Distrito Federal. Ele age de acordo com a legalidade", afirmou. Diante da insistência do jornalista, que citou a presença de Bolsonaro em área do Distrito Federal, sem máscara, o procurador-geral disse não haver provas de que Bolsonaro tem Covid-19 e que a questão está mais ligada às responsabilidades políticas do que jurídicas. Aras repetiu durante a entrevista que a sua posição é a de garantir o equilíbrio entre os Poderes que estão em conflito no momento e que a ele cabe cumprir as leis e a Constituição. "O Ministério Público não pode ser um fator de desequilíbrio", afirmou. Para ele, não pode haver política partidária na PGR. Bial brincou dizendo parecer "assédio hetero" a concessão da Ordem do Mérito Naval ao procurador-geral, mas Aras alegou não ter sido comunicado sobre essa homenagem. No entanto, revelou que a receberia com grande honra por ter apreço à Marinha do Brasil. Supremo Aras voltou a demonstrar incômodo com a vinculação do seu nome a uma possível futura vaga no STF e atribuiu especulações nesse sentido a candidatos que estão na carreira jurídica e desejam fritá-lo. Ele afirmou que está no auge de sua trajetória profissional e pretende cumprir os dois anos à frente da PGR. "Não faço projetos para além de dois anos", garantiu. A possibilidade de Aras ser indicado caso seja aberta uma terceira vaga no STF foi citada por Bolsonaro em uma de suas lives. Ao responder pergunta encaminhada por Joaquim Barbosa, ex-presidente do STF, sobre a inconveniência de um procurador-geral almejar uma vaga no tribunal superior, Aras concordou com a avaliação. Na opinião dele, quem quer ser procurador-geral não pode desejar ser ministro do STF e, se isso ocorrer, será devido às circunstâncias. FAKE NEWS Aras negou ser contra o inquérito que apura a disseminação em massa de notícias falsas e ameaças a integrantes do STF. Segundo ele, a sua posição foi de pedir que "fossem fixadas as balizas" da investigação. "É preciso que o Supremo diga quais são os limites desse inquérito", afirmou. Após a operação desencadeada na semana passada, Aras solicitou ao STF que suspenda a tramitação do inquérito até o julgamento do plenário. Ele disse que foi "surpreendido" com a operação da PF "sem a participação, supervisão ou anuência prévia do órgão de persecução penal". Também defendeu a necessidade de preservar as "prerrogativas institucionais do Ministério Público de garantias fundamentais, evitando-se diligências desnecessárias, que possam eventualmente trazer constrangimentos desproporcionais".

  • Foto do novo coronavírus é a 'imagem do dia' da NASA
    Ciência
    O Globo

    Foto do novo coronavírus é a 'imagem do dia' da NASA

    Diferente das demais publicações, com fotografias do universo, a fotografia do dia promove uma reflexão para o momento da pandemia da Covid-19.

  • FHC, Haddad, Dino, Freixo, Huck e Drauzio Varella assinam manifesto que evoca 'Diretas Já' e pede 'projeto comum de país'
    Política
    Yahoo Notícias

    FHC, Haddad, Dino, Freixo, Huck e Drauzio Varella assinam manifesto que evoca 'Diretas Já' e pede 'projeto comum de país'

    Com a crescente tensão entre o presidente Jair Bolsonaro (que não foi citado no documento) e o poder o Supremo Tribunal Federal (STF), o movimento diz apoiar a “independência dos poderes da República”

  • Vietnã: país com 97 milhões de habitantes não registra morte por coronavírus
    Saúde
    Extra

    Vietnã: país com 97 milhões de habitantes não registra morte por coronavírus

    O Vietnã é um país de baixa renda e com um sistema de saúde muito menos avançado do que outros da região

  • Glória Menezes diz que está se 'protegendo ao lado de Tarcísio Meira' do coronavírus
    Entretenimento
    Extra

    Glória Menezes diz que está se 'protegendo ao lado de Tarcísio Meira' do coronavírus

    Com 85 anos de idade, Glória Menezes tem cumprido as medidas de isolamento, como prevenção contra o...

  • "Bolsonaro quer usar pandemia para impor saída autoritária", diz líder de ato
    Política
    Yahoo Notícias

    "Bolsonaro quer usar pandemia para impor saída autoritária", diz líder de ato

    Danilo Pássaro afirma que é necessário assumir riscos para defender a democracia.

  • DNA revela parte do segredo dos Manuscritos do Mar Morto
    Notícias
    AFP

    DNA revela parte do segredo dos Manuscritos do Mar Morto

    Um estudo que usou testes de DNA revelou segredos dos Manuscritos do Mar Morto, uma coleção de textos milenares, que inclui o texto bíblico mais antigo em hebraico. A descoberta é que eles não vem do deserto onde foram encontrados.

  • Antônia Fontenelle fala de processo de testamenteiro de Chico Anysio: 'Querem me amordaçar'
    Notícias
    Extra

    Antônia Fontenelle fala de processo de testamenteiro de Chico Anysio: 'Querem me amordaçar'

    Antonia Fontenelle se pronunciou sobre a ação que o testamenteiro de Chico Anysio, Paulo Cesar...

  • Gleisi compara FHC a Lobão e diz que Lula precisa ser entendido
    Política
    Folhapress

    Gleisi compara FHC a Lobão e diz que Lula precisa ser entendido

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou à coluna que não são sentimentos pessoais que têm levado Lula a descartar debates com Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer. Na segunda (1º), Lula afirmou que não assinaria manifestos contra Jair Bolsonaro em que estivessem "determinadas pessoas". Ele tem dito que os dois ex-presidentes não são democratas. "Não é mágoa que levou Lula a não assinar o manifesto com FHC, Temer e outras pessoas que assinaram. Foi a trajetória deles, o protagonismo e a ação deliberadamente consciente que tiveram para construir o caminho que nos trouxe até aqui", afirma ela. A decisão de Lula teve ampla repercussão. Para a presidente do PT, a posição dele precisa ser compreendida. Ela cita o fato de o escritor Marcelo Rubens Paiva ter se recusado a participar de uma entrevista no Roda Viva com Lobão para traçar um paralelo com a decisão de Lula. O cantor já minimizou a tortura no Brasil, afirmando que agentes da ditadura "arrancavam umas unhazinhas" das vítimas. Rubens Paiva, pai de Marcelo Rubens Paiva, foi assassinado pelo regime militar e seu corpo nunca foi encontrado. "Eu entendo a posição do Marcelo Rubens Paiva de não querer ir na entrevista com o Lobão, de estar com o Lobão, pelo que ele significa. As pessoas podiam entender um pouco também o que o Lula coloca", diz Gleisi. Além de conversar com a coluna, ela enviou mensagens por Whasapp para explicar a posição de Lula. Leia a íntegra do que escreveu Gleisi Hoffman: "FHC maquinou com Aécio o golpe contra Dilma. Defendeu, repetiu, deu vida ao argumento das pedaladas fiscais como crime de responsabilidade, mesmo sabendo que não era. Não vacilou em jogar o país na instabilidade. Defendeu, divulgou entusiasticamente a Lava Jato, que tinha por objetivo destruir o PT e suas lideranças, em especial Lula. Foram inúmeras vezes em que FCH disse que Lula não era um preso político, e sim um político preso. Depois [FHC] apoiou entusiasticamente a ponte para o futuro [programa de governo] de Temer, cujo objetivo era a destruição de um estado de bem-estar social que começava a ser construído. A emenda constitucional 95 [que estabelece um teto para os gastos públicos] é a desestruturação de políticas públicas protetivas como SUS, educação, assistência social, além de impedir o Estado como indutor de desenvolvimento ao impor redução dos investimentos. Ambos [FHC e Temer] atentaram contra os trabalhadores ao proporem e apoiarem a reforma trabalhista, uma das ações legislativas mais perversas contra a classe trabalhadora, cujos efeitos estamos sentindo agora. FHC nada disse sobre as Fake News contra PT, Lula e Haddad. Sabia quem era Bolsonaro e se calou diante de sua eleição, poque apoiava a pauta econômica neoliberal que vinha com o candidato e não foi discutida na campanha. FHC e Temer não são vítimas das divulgações das Fake News e das maquinações da perseguição judicial. Muito pelo contrário, articularam e operaram situações para que elas prosperassem. FHC, principalmente, foi condutor ativo do processo que desembocou no que estamos vivendo. Não vi nem ouvi em nenhum momento FHC reconhecer isso. Pousa de príncipe a ser conquistado, requerido, apoiado na defesa de uma causa nobre, a democracia, que ele ajudou a desidratar. Resumir tudo isso a mágoa é reduzir Lula, simplificar, mais do que isso, desconhecer, desconsiderar o papel ativo que tiveram Temer e, principalmente, FHC, para as coisas chegarem onde estão. Não atuaram desavisadamente, não foram levados pela conjuntura, operaram para que ela acontecesse. Isso faz muuuuita diferença Sem problema assinar um manifesto em conjunto mesmo com tudo isso. Mas onde está o povo e seus direitos na democracia que está sendo defendida ali? Nenhuma palavra. Se for para limpar currículo dos golpistas conscientes, pelo menos que os direitos do povo, a democracia concreta, seja defendida e desembarquemos todos dessa pauta neoliberal nefasta. Quem te reduziu à magoa do Lula não tem dimensão política para fazer uma leitura crítica do processo, ou é Poliana ou tem má fé."

  • Ivy perde peso após ’BBB20’, mas revela não fazer dieta: ‘Me esforço para comer saudável’
    Saúde
    Extra

    Ivy perde peso após ’BBB20’, mas revela não fazer dieta: ‘Me esforço para comer saudável’

    Ser participante do ‘Big Brother Brasil’ tem sim as suas vantagens, mas quem disse que a rotina de...

  • Apoiadora pede mensagem de conforto sobre mortos na pandemia e Bolsonaro diz: "é o destino"
    Notícias
    Yahoo Notícias

    Apoiadora pede mensagem de conforto sobre mortos na pandemia e Bolsonaro diz: "é o destino"

    Presidente voltou a defender a cloroquina para o tratamento da Covid-19, ainda que não haja eficácia cientificamente comprovada

  • “Projeção fantasiosa”, diz pesquisador sobre artigo de ministro da Educação que vislumbra apogeu brasileiro em 2025
    Política
    Yahoo Notícias

    “Projeção fantasiosa”, diz pesquisador sobre artigo de ministro da Educação que vislumbra apogeu brasileiro em 2025

    Há exatamente dez anos, o atual ministro da educação Abraham Weintraub, então professor de economia, publicou no jornal Valor Econômico um artigo intitulado “2025: o apogeu brasileiro”.

  • Política
    Folhapress

    Rússia prepara teste do `torpedo do Juízo Final' no mar do Ártico

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Rússia se prepara para fazer o primeiro teste operacional de seu "torpedo do Juízo Final", o drone submarino Poseidon. A arma vem sendo desenvolvida desde 2015 e agora está em fase final de ensaios no mar, devendo ter um lançamento a partir de submarino feito entre setembro e dezembro. A informação começou a circular na imprensa russa na semana passada, e não há comentário oficial ainda do Ministério da Defesa, mas analistas dizem que ela é real. Segundo Ivan Barabanov, especialista em sistemas navais em Moscou, o Poseidon já passou pelos testes mais críticos de seu sistema de propulsão nuclear. O cronograma não foi afetado pela pandemia do novo coronavírus, que tem na Rússia o terceiro maior foco de casos no mundo. Na forma de um grande torpedo de 24 metros de comprimento, o Poseidon é uma das "armas invencíveis" anunciadas pelo presidente Vladimir Putin em 2018. Ele é movido por um pequeno reator nuclear e, segundo o próprio Putin disse, teria alcance de 10 mil km. A arma tem uma velocidade máxima especulada de cerca de 70 nós (130 km/h), o dobro do que submarinos nucleares desenvolvem. Poderia se deslocar mais devagar perto do alvo, para reduzir a assinatura acústica para sonares inimigos. Mas é sua carga e modo de emprego que preocupam observadores militares. O Poseidon é desenhado para poder levar silenciosamente uma ogiva nuclear de 2 megatons, algo que poucos mísseis fazem hoje. Mais: Barabanov e outros analistas acham que ele poderia levar inacreditáveis 100 megatons para, digamos, Nova York. A bomba mais potente já testada pelo homem foi explodida pelos soviéticos em 1961 e tinha 50 megatons. Além da destruição em si num ataque direto, se uma detonação dessas ocorresse a alguns quilômetros da costa, geraria um tsunami que simuladores estimam com dezenas de metros de altura. E, viajando silenciosamente debaixo d'água, a arma é de detecção e interceptação bastante mais difíceis do que as de um míssil convencional. A existência do Poseidon foi conhecida no Ocidente quando o russo permitiu um vazamento proposital da imagem de um croqui da arma pelo canal de TV estatal NTV, há cinco anos. No ano passado, foi divulgado um vídeo simplório sobre seu funcionamento, além de imagens de sua produção. Os torpedos são tão grandes, 30 vezes maiores do que modelos pesados atuais, que precisam ser levados no dorso de enormes submarinos adaptados. Dois estão em uso, o Belgorod e o Khabarovsk. Eles operam no mar Branco, um braço do do mar de Barents, de águas territoriais russas, que deverá ser o local do teste do Poseidon, para tentar evitar espionagem. O programa de armas de Putin foi ridicularizado como propaganda, mas aos poucos tomou forma. Duas armas hipersônicas estão operacionais. O míssil Kinjal e o planador Avangard, que é transportado por um míssil intercontinental. Ambas as armas podem carregar ogivas nucleares ou convencionais. O míssil intercontinental pesado Sarmat está em testes e, supostamente, entra em serviço em 2021. Já o míssil de cruzeiro com propulsão nuclear Burevestnik tem uma carreira mais complicada. Após vários testes relatados na mídia especializada como fracassados, um motor dele explodiu em junho do ano passado. A Rússia tentou esconder a informação, mas morreram cinco técnicos da agência de energia nuclear e foi detectado um pico de radiação na região do teste, a mesma onde o Poseidon será testado. A Rússia vem trabalhando em novas armas estratégicas desde os anos 2000, quando os EUA divulgaram seus planos para criar um escudo antimíssil na Europa. O processo foi acelerado desde que Donald Trump chegou ao poder, em 2017. No ano seguinte, os americanos revisaram sua política de emprego da bomba atômica, na prática facilitando o uso de artefatos menos potentes. Um deles entrou em operação neste ano, gerando a ameaça do Kremlin de que qualquer lançamento de míssil por submarino americano seria visto como o começo de uma guerra nuclear. Paralelamente, Washington abandonou mecanismos de controle de armas. Saiu de um tratado simbólico sobre mísseis na Europa e do programa de voos mútuos de reconhecimento com a Rússia e outros países. Trump e Putin têm até o ano que vem para negociar uma renovação do principal acordo de controle de ogivas nucleares, o Novo Start, mas o americano já deu indicações de que deverá deixá-lo caducar, elevando assim o risco de uma corrida armamentista atômica. Trump quer que a China faça parte de novas negociações, o que é rejeitado por Pequim -a rival asiática tem 320 ogivas nucleares operacionais, ante 1.750 dos EUA e 1.572 da Rússia. O Kremlin, por sua vez, estabelece um morde-e-assopra. Nas águas do Ártico, irá fazer, no fim da semana, um exercício militar com 30 navios e 20 aviões ao longo da costa norueguesa, uma resposta à primeira incursão de navios da Otan (aliança militar liderada pelos EUA) desde os anos 1980 no mar de Barents. Por outro lado, querendo evidenciar que a Otan age de forma agressiva com simulações perto de suas fronteiras e voos de bombardeiros junto a seu espaço aéreo, o Estado-Maior russo informou nesta terça (2) que não fará mais exercícios perto da Europa neste ano. O grande treinamento do ano, o Kavkaz-2020 (Cáucaso-2020), será "empurrado" para áreas mais centrais do país, na esperança de demover os ocidentais de fazerem os seus próximos ao território russo.

  • 'Completamente absurdo', diz Maia sobre projeto de deputado bolsonarista que equipara antifascistas a terroristas
    Política
    Yahoo Notícias

    'Completamente absurdo', diz Maia sobre projeto de deputado bolsonarista que equipara antifascistas a terroristas

    Presidente da Câmara ainda alfinetou Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e disse não ser momento para pensar em eleição para presidência da Câmara ou do Senado

  • Médicos consideram que o pior da pandemia ainda está por vir, mostra pesquisa
    Saúde
    Folhapress

    Médicos consideram que o pior da pandemia ainda está por vir, mostra pesquisa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A grande maioria (84,5%) dos médicos brasileiros considera que o país ainda não atravessou a pior onda da Covid-19, mostra a segunda pesquisa da APM (Associação Paulista de Medicina) divulgada nesta segunda (1°). Foram entrevistados 2.808 profissionais de todo o país, das redes pública e privada, entre os dias 15 e 25 de maio. Eles responderam a questionário estruturado online, na plataforma Survey Monkey. Quase a totalidade dos médicos ouvidos (96,6%) diz que é provável que faltem profissionais, nos vários níveis assistenciais, para cuidar dos infectados pelo coronavírus. Entre eles, 46% dos que estão na linha de frente apontam que já faltam médicos e outros trabalhadores da saúde nas unidades em que atuam. A grande maioria (75,3%) considera o isolamento social importante, mesmo com as perdas financeiras advindas dele: 85,2% relatam queda de renda em razão da pandemia. Para José Luiz Gomes do Amaral, presidente da APM, é positivo que os médicos tenham essa percepção de que o país ainda não atingiu o pior momento da pandemia e que o isolamento social deve ser mantido. "Vai piorar e muito. Tivemos mais de mil mortos por dia, um desfecho que não permite dúvida sobre a gravidade. Em São Paulo, de uma semana para outra, está aumentando em uma centena o número de óbitos. Vários equipamentos de saúde já estão no limite", diz. O médico Gerson Salvador, que atua na emergência do Hospital Universitário da USP, diz que o fluxo de procura e de internações por suspeita de Covid-19 está intenso, especialmente de pessoas que vivem nas periferias. "Temos visto muitos pacientes graves, com insuficiência respiratória, tendo que ser ventilados e intubados já na emergência. As estatísticas chegam para a gente com o nome, sobrenome e histórias de vida. Muitas coisas ruins ainda estão por vir." A tensão entre pacientes e equipes médicas também tem aumentado, segundo Salvador, especialmente por conta do estímulo que o presidente Jair Bolsonaro tem feito para uso da cloroquina. "Já tive paciente grave que se negou a aceitar os procedimentos indicados para o caso dele porque ele preferia tentar um tratamento com cloroquina." De acordo com a pesquisa, 58,5% dos médicos ou de profissionais que fazem parte de suas equipes já foram vítimas de algum tipo de violência relacionada à pandemia. O presidente da APM aponta que houve avanço na capacitação dos médicos em lidar com infectados em qualquer fase da doença, em relação à primeira pesquisa, feita em abril. Antes, 15% se diziam capacitados. Agora são 22,3%. "Houve progresso, mas precisa melhorar muito mais. Não adianta ter médicos que não sabem o que fazer no front, que têm uma formação distante das urgências, dos problemas respiratórios." Atualmente, 38,5% dos médicos da linha de frente dizem receber atualização científica dos hospitais; 38%, ter acesso por meio de associações médicas; e 61,5%, pesquisar diretamente na literatura médica. O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais respondem por 31,5%, 17,5% e 18,5%, respectivamente, do conhecimento, segundo a pesquisa. Os médicos da linha de frente seguem apreensivos, pessimistas, deprimidos, insatisfeitos e revoltados - em uma somatória de 79,3%. Quando foram entrevistados, 75,3% dos profissionais atendiam até cinco pacientes com suspeita e/ou confirmação de Covid diariamente -24,7% cuidavam até de mais de 20 infectados. Entre os profissionais da linha de frente, 33,7% tiveram pacientes que morreram em razão da doença. Segundo o médico Daniel Knupp, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, equipes de unidades de saúde no interior têm tido dificuldade em conciliar os atendimentos da Covid-19 com as outros atendimentos, por exemplo, às pessoas com doenças crônicas e as visitas domiciliares. Soma-se a isso a falta de estrutura de muitos serviços. Um terço dos entrevistados ainda se queixa de falta de máscaras N95 ou equivalentes nos serviços de saúde em que atendem. A maioria (64%) dos médicos entrevistados na pesquisa da APM também não foi testada para a Covid-19. E 39,4% dos que estão na linha e frente dizem que só há testes para os pacientes com sintomas graves. "Na rede, em geral, só existem exames para os pacientes graves e, na maioria dos serviços, o resultado vai chegar até duas semanas depois, quando as coisas já aconteceram", diz Gerson Salvador, que também preside o Sindicato dos Médicos de São Paulo. Em Belo Horizonte (MG), segundo Knupp, médicos e enfermeiros são testados só quando têm sintomas. "E não tem sido oferecidos testes para as equipes de saúde bucal e os agentes comunitários", afirma. Os médicos entrevistados também apontaram carência de leitos para pacientes que precisam de internação em UTI (18%) e de leitos para os pacientes que necessitam de internação em unidades regulares (12,2%). Segundo Amaral, da APM, a falta de estrutura/insumos das unidades não teve progresso em relação ao primeiro levantamento. "Há três coisas para serem praticadas nesta pandemia: o isolamento social, a solidariedade e os testes diagnósticos. Sem solidariedade, não tem isolamento. Sem teste, não adianta fazer isolamento. As pessoas um dia vão ter que sair de casa e, quando saírem, podem se contaminar." Entre os médicos, a avaliação do Ministério da Saúde despencou após a saída do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. A avaliação ruim e péssimo saltou de 5% para 43%. "A equipe anterior nos dava confiança. Agora, é como se o presidente de uma companhia aérea tivesse demitido piloto e o co-piloto e colocado engenheiro de voo pra pilotar o avião no meio de uma forte turbulência. Agora, todos estão inseguros. Estamos remando mas não estamos vendo para onde estamos indo."

  • Moro é proibido de advogar por 6 meses, mas receberá salário de ministro
    Política
    Yahoo Notícias

    Moro é proibido de advogar por 6 meses, mas receberá salário de ministro

    As sanções aplicadas são previstas em legislação que dispõe sobre o conflito de interesse no serviço público

  • O que impede Lula de aderir às frentes anti-Bolsonaro?
    Política
    Yahoo Notícias

    O que impede Lula de aderir às frentes anti-Bolsonaro?

    Ex-presidente pede união, mas não está disposto a abraçar ex-aliados que agora juntam forças para enfrentar quem ele chama de "troglodita"

  • Irmão de George Floyd: 'votem!'
    Notícias
    AFP

    Irmão de George Floyd: 'votem!'

    Terrence Floyd, irmão de George Floyd - um afroamericano morto sob custódio policial, na semana passada - voltou ao local do assassinato, nesta segunda-feira, e pediu que os cidadãos americanos 'se eduquem' para 'votar'. O apelo veio no mesmo dia em que a foto do policial que asfixiou Floyd foi divulgada pela polícia americana.

  • China promete contra-ataque aos EUA
    Política
    AFP

    China promete contra-ataque aos EUA

    A China prometeu nesta segunda-feira ao governo dos Estados Unidos uma resposta após os anúncios do presidente Donald Trump, que deseja limitar a entrada de cidadãos chineses em seu país e impor sanções comerciais a Hong Kong.