Lady Gaga apoia o cantor Ed Sheeran após comentários maldosos no Twitter

A cantora pop americana Lady Gaga, se apresentando no festival californiano Coachella, em abril

A cantora pop americana Lady Gaga prestou apoio ao colega britânico Ed Sheeran depois que ele revelou evitar o uso da rede social Twitter por receber com frequência comentários grosseiros - muitos vindos do fã-clube da cantora, o "Little Monster".

"Eu desejo que todas as pessoas na internet sejam positivas e amáveis, além de contribuírem na formação de uma comunidade online que seja gentil e empoderadora, e não cheia de ódio e maldade", escreveu em seu Instagram a estrela pop na terça-feira à noite, após postar uma foto dela com Sheeran.

"Não há razão em destruir um artista apenas porque ele faz sucesso", destacou Gaga.

Ed Sheeran, cujo álbum "Divide" é de longe o álbum mais vendido nos Estados Unidos nesse ano, declarou anteriormente essa semana que não estava mais lendo comentários no Twitter.

Ele tem usado a sua conta nessa rede social para postar apenas fotos tiradas durante sua turnê, em sua maioria repostadas por meio do seu Instagram e compartilhadas no microblog.

"Eu entro nele e não há nada além de pessoas dizendo coisas ruins para mim. O Twitter é uma plataforma para isso", Sheeran revelou ao tabloide britânico The Sun.

"Um só comentário estraga todo o seu dia. Mas é por isso que eu parei de usá-lo", disse ele.

O cantor de barba ruiva, 26 anos, ressaltou não ter atacado Gaga, uma vez que os fãs da cantora o reprovaram após declaração feita em uma entrevista recente.

Em entrevista à rádio Apple Music's Beats 1, Sheeran relatou estar aberto a conselhos vindos de fora, já que não tem intenção de se sentir "invencível" após atingir o sucesso.

"Eu não quero ter que me apresentar no Super Bowl alguns anos após o auge do meu sucesso apenas para provar que ainda sou relevante", declarou ele.

Em fevereiro de 2017, Gaga fez um elogiado show durante o intervalo do Super Bowl, a famosa partida final do campeonato de futebol americano, que é anualmente o evento televisivo mais assistido nos Estados Unidos.

Uma das causas defendidas pela cantora se refere ao combate ao bullying, que a faz principalmente por meio da sua fundação Born This Way.

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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou, em entrevista ao jornalista Pedro Bial, da TV Globo, que não é amigo do presidente Jair Bolsonaro e que a relação entre os dois é apenas respeitosa. Aras definiu como "declaração unilateral" a posição do presidente sobre a possibilidade de arquivamento do inquérito em que Bolsonaro é suspeito de violar a autonomia da Polícia Federal, logo após visita feita ao procurador. "O presidente esqueceu de combinar comigo", disse sobre a declaração, na entrevista exibida na madrugada desta terça (2). "Se eu não tenho condições de controlar os meus colegas da primeira instância, que ousam contra as minhas posições e gritam todo dia que têm independência funcional, imagine se eu ou qualquer outra autoridade possa controlar o que diz o senhor presidente." Aras disse ter sido surpreendido pela visita e relatou ter recebido Bolsonaro de forma cordial, como faz com todas as autoridades. Afirmou ainda que faz parte de sua personalidade a postura amável, mas firme e dura quando é necessário. Durante a entrevista, a declaração sobre a declaração unilateral do presidente foi a mais crítica a Bolsonaro. Diante de outros questionamentos, o PGR optou por uma posição mais compreensiva com o presidente, definido por ele como um homem "muito espontâneo" e que tem convicções próprias. O procurador-geral afirmou, por exemplo, que não vê ilegalidade no fato de Bolsonaro não usar máscara de proteção contra o coronavírus em áreas públicas de Brasília nos últimos dias, apesar de o item ser obrigatório no Distrito Federal desde o dia 18 de maio. "Quando atua nos limites do Palácio do Planalto, não comete ilícito ao não usar a máscara. O regramento vale para o Distrito Federal. Ele age de acordo com a legalidade", afirmou. Diante da insistência do jornalista, que citou a presença de Bolsonaro em área do Distrito Federal, sem máscara, o procurador-geral disse não haver provas de que Bolsonaro tem Covid-19 e que a questão está mais ligada às responsabilidades políticas do que jurídicas. Aras repetiu durante a entrevista que a sua posição é a de garantir o equilíbrio entre os Poderes que estão em conflito no momento e que a ele cabe cumprir as leis e a Constituição. "O Ministério Público não pode ser um fator de desequilíbrio", afirmou. Para ele, não pode haver política partidária na PGR. Bial brincou dizendo parecer "assédio hetero" a concessão da Ordem do Mérito Naval ao procurador-geral, mas Aras alegou não ter sido comunicado sobre essa homenagem. No entanto, revelou que a receberia com grande honra por ter apreço à Marinha do Brasil. Supremo Aras voltou a demonstrar incômodo com a vinculação do seu nome a uma possível futura vaga no STF e atribuiu especulações nesse sentido a candidatos que estão na carreira jurídica e desejam fritá-lo. Ele afirmou que está no auge de sua trajetória profissional e pretende cumprir os dois anos à frente da PGR. "Não faço projetos para além de dois anos", garantiu. A possibilidade de Aras ser indicado caso seja aberta uma terceira vaga no STF foi citada por Bolsonaro em uma de suas lives. Ao responder pergunta encaminhada por Joaquim Barbosa, ex-presidente do STF, sobre a inconveniência de um procurador-geral almejar uma vaga no tribunal superior, Aras concordou com a avaliação. Na opinião dele, quem quer ser procurador-geral não pode desejar ser ministro do STF e, se isso ocorrer, será devido às circunstâncias. FAKE NEWS Aras negou ser contra o inquérito que apura a disseminação em massa de notícias falsas e ameaças a integrantes do STF. Segundo ele, a sua posição foi de pedir que "fossem fixadas as balizas" da investigação. "É preciso que o Supremo diga quais são os limites desse inquérito", afirmou. Após a operação desencadeada na semana passada, Aras solicitou ao STF que suspenda a tramitação do inquérito até o julgamento do plenário. Ele disse que foi "surpreendido" com a operação da PF "sem a participação, supervisão ou anuência prévia do órgão de persecução penal". Também defendeu a necessidade de preservar as "prerrogativas institucionais do Ministério Público de garantias fundamentais, evitando-se diligências desnecessárias, que possam eventualmente trazer constrangimentos desproporcionais".

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    Política
    Folhapress

    Gleisi compara FHC a Lobão e diz que Lula precisa ser entendido

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou à coluna que não são sentimentos pessoais que têm levado Lula a descartar debates com Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer. Na segunda (1º), Lula afirmou que não assinaria manifestos contra Jair Bolsonaro em que estivessem "determinadas pessoas". Ele tem dito que os dois ex-presidentes não são democratas. "Não é mágoa que levou Lula a não assinar o manifesto com FHC, Temer e outras pessoas que assinaram. Foi a trajetória deles, o protagonismo e a ação deliberadamente consciente que tiveram para construir o caminho que nos trouxe até aqui", afirma ela. A decisão de Lula teve ampla repercussão. Para a presidente do PT, a posição dele precisa ser compreendida. Ela cita o fato de o escritor Marcelo Rubens Paiva ter se recusado a participar de uma entrevista no Roda Viva com Lobão para traçar um paralelo com a decisão de Lula. O cantor já minimizou a tortura no Brasil, afirmando que agentes da ditadura "arrancavam umas unhazinhas" das vítimas. Rubens Paiva, pai de Marcelo Rubens Paiva, foi assassinado pelo regime militar e seu corpo nunca foi encontrado. "Eu entendo a posição do Marcelo Rubens Paiva de não querer ir na entrevista com o Lobão, de estar com o Lobão, pelo que ele significa. As pessoas podiam entender um pouco também o que o Lula coloca", diz Gleisi. Além de conversar com a coluna, ela enviou mensagens por Whasapp para explicar a posição de Lula. Leia a íntegra do que escreveu Gleisi Hoffman: "FHC maquinou com Aécio o golpe contra Dilma. Defendeu, repetiu, deu vida ao argumento das pedaladas fiscais como crime de responsabilidade, mesmo sabendo que não era. Não vacilou em jogar o país na instabilidade. Defendeu, divulgou entusiasticamente a Lava Jato, que tinha por objetivo destruir o PT e suas lideranças, em especial Lula. Foram inúmeras vezes em que FCH disse que Lula não era um preso político, e sim um político preso. Depois [FHC] apoiou entusiasticamente a ponte para o futuro [programa de governo] de Temer, cujo objetivo era a destruição de um estado de bem-estar social que começava a ser construído. A emenda constitucional 95 [que estabelece um teto para os gastos públicos] é a desestruturação de políticas públicas protetivas como SUS, educação, assistência social, além de impedir o Estado como indutor de desenvolvimento ao impor redução dos investimentos. Ambos [FHC e Temer] atentaram contra os trabalhadores ao proporem e apoiarem a reforma trabalhista, uma das ações legislativas mais perversas contra a classe trabalhadora, cujos efeitos estamos sentindo agora. FHC nada disse sobre as Fake News contra PT, Lula e Haddad. Sabia quem era Bolsonaro e se calou diante de sua eleição, poque apoiava a pauta econômica neoliberal que vinha com o candidato e não foi discutida na campanha. FHC e Temer não são vítimas das divulgações das Fake News e das maquinações da perseguição judicial. Muito pelo contrário, articularam e operaram situações para que elas prosperassem. FHC, principalmente, foi condutor ativo do processo que desembocou no que estamos vivendo. Não vi nem ouvi em nenhum momento FHC reconhecer isso. Pousa de príncipe a ser conquistado, requerido, apoiado na defesa de uma causa nobre, a democracia, que ele ajudou a desidratar. Resumir tudo isso a mágoa é reduzir Lula, simplificar, mais do que isso, desconhecer, desconsiderar o papel ativo que tiveram Temer e, principalmente, FHC, para as coisas chegarem onde estão. Não atuaram desavisadamente, não foram levados pela conjuntura, operaram para que ela acontecesse. Isso faz muuuuita diferença Sem problema assinar um manifesto em conjunto mesmo com tudo isso. Mas onde está o povo e seus direitos na democracia que está sendo defendida ali? Nenhuma palavra. Se for para limpar currículo dos golpistas conscientes, pelo menos que os direitos do povo, a democracia concreta, seja defendida e desembarquemos todos dessa pauta neoliberal nefasta. Quem te reduziu à magoa do Lula não tem dimensão política para fazer uma leitura crítica do processo, ou é Poliana ou tem má fé."

  • “Projeção fantasiosa”, diz pesquisador sobre artigo de ministro da Educação que vislumbra apogeu brasileiro em 2025
    Política
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    “Projeção fantasiosa”, diz pesquisador sobre artigo de ministro da Educação que vislumbra apogeu brasileiro em 2025

    Há exatamente dez anos, o atual ministro da educação Abraham Weintraub, então professor de economia, publicou no jornal Valor Econômico um artigo intitulado “2025: o apogeu brasileiro”.

  • Política
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    Rússia prepara teste do `torpedo do Juízo Final' no mar do Ártico

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Rússia se prepara para fazer o primeiro teste operacional de seu "torpedo do Juízo Final", o drone submarino Poseidon. A arma vem sendo desenvolvida desde 2015 e agora está em fase final de ensaios no mar, devendo ter um lançamento a partir de submarino feito entre setembro e dezembro. A informação começou a circular na imprensa russa na semana passada, e não há comentário oficial ainda do Ministério da Defesa, mas analistas dizem que ela é real. Segundo Ivan Barabanov, especialista em sistemas navais em Moscou, o Poseidon já passou pelos testes mais críticos de seu sistema de propulsão nuclear. O cronograma não foi afetado pela pandemia do novo coronavírus, que tem na Rússia o terceiro maior foco de casos no mundo. Na forma de um grande torpedo de 24 metros de comprimento, o Poseidon é uma das "armas invencíveis" anunciadas pelo presidente Vladimir Putin em 2018. Ele é movido por um pequeno reator nuclear e, segundo o próprio Putin disse, teria alcance de 10 mil km. A arma tem uma velocidade máxima especulada de cerca de 70 nós (130 km/h), o dobro do que submarinos nucleares desenvolvem. Poderia se deslocar mais devagar perto do alvo, para reduzir a assinatura acústica para sonares inimigos. Mas é sua carga e modo de emprego que preocupam observadores militares. O Poseidon é desenhado para poder levar silenciosamente uma ogiva nuclear de 2 megatons, algo que poucos mísseis fazem hoje. Mais: Barabanov e outros analistas acham que ele poderia levar inacreditáveis 100 megatons para, digamos, Nova York. A bomba mais potente já testada pelo homem foi explodida pelos soviéticos em 1961 e tinha 50 megatons. Além da destruição em si num ataque direto, se uma detonação dessas ocorresse a alguns quilômetros da costa, geraria um tsunami que simuladores estimam com dezenas de metros de altura. E, viajando silenciosamente debaixo d'água, a arma é de detecção e interceptação bastante mais difíceis do que as de um míssil convencional. A existência do Poseidon foi conhecida no Ocidente quando o russo permitiu um vazamento proposital da imagem de um croqui da arma pelo canal de TV estatal NTV, há cinco anos. No ano passado, foi divulgado um vídeo simplório sobre seu funcionamento, além de imagens de sua produção. Os torpedos são tão grandes, 30 vezes maiores do que modelos pesados atuais, que precisam ser levados no dorso de enormes submarinos adaptados. Dois estão em uso, o Belgorod e o Khabarovsk. Eles operam no mar Branco, um braço do do mar de Barents, de águas territoriais russas, que deverá ser o local do teste do Poseidon, para tentar evitar espionagem. O programa de armas de Putin foi ridicularizado como propaganda, mas aos poucos tomou forma. Duas armas hipersônicas estão operacionais. O míssil Kinjal e o planador Avangard, que é transportado por um míssil intercontinental. Ambas as armas podem carregar ogivas nucleares ou convencionais. O míssil intercontinental pesado Sarmat está em testes e, supostamente, entra em serviço em 2021. Já o míssil de cruzeiro com propulsão nuclear Burevestnik tem uma carreira mais complicada. Após vários testes relatados na mídia especializada como fracassados, um motor dele explodiu em junho do ano passado. A Rússia tentou esconder a informação, mas morreram cinco técnicos da agência de energia nuclear e foi detectado um pico de radiação na região do teste, a mesma onde o Poseidon será testado. A Rússia vem trabalhando em novas armas estratégicas desde os anos 2000, quando os EUA divulgaram seus planos para criar um escudo antimíssil na Europa. O processo foi acelerado desde que Donald Trump chegou ao poder, em 2017. No ano seguinte, os americanos revisaram sua política de emprego da bomba atômica, na prática facilitando o uso de artefatos menos potentes. Um deles entrou em operação neste ano, gerando a ameaça do Kremlin de que qualquer lançamento de míssil por submarino americano seria visto como o começo de uma guerra nuclear. Paralelamente, Washington abandonou mecanismos de controle de armas. Saiu de um tratado simbólico sobre mísseis na Europa e do programa de voos mútuos de reconhecimento com a Rússia e outros países. Trump e Putin têm até o ano que vem para negociar uma renovação do principal acordo de controle de ogivas nucleares, o Novo Start, mas o americano já deu indicações de que deverá deixá-lo caducar, elevando assim o risco de uma corrida armamentista atômica. Trump quer que a China faça parte de novas negociações, o que é rejeitado por Pequim -a rival asiática tem 320 ogivas nucleares operacionais, ante 1.750 dos EUA e 1.572 da Rússia. O Kremlin, por sua vez, estabelece um morde-e-assopra. Nas águas do Ártico, irá fazer, no fim da semana, um exercício militar com 30 navios e 20 aviões ao longo da costa norueguesa, uma resposta à primeira incursão de navios da Otan (aliança militar liderada pelos EUA) desde os anos 1980 no mar de Barents. Por outro lado, querendo evidenciar que a Otan age de forma agressiva com simulações perto de suas fronteiras e voos de bombardeiros junto a seu espaço aéreo, o Estado-Maior russo informou nesta terça (2) que não fará mais exercícios perto da Europa neste ano. O grande treinamento do ano, o Kavkaz-2020 (Cáucaso-2020), será "empurrado" para áreas mais centrais do país, na esperança de demover os ocidentais de fazerem os seus próximos ao território russo.

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    Ex-presidente pede união, mas não está disposto a abraçar ex-aliados que agora juntam forças para enfrentar quem ele chama de "troglodita"

  • Você sabia que há pessoas morando no espaço?
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    Você sabia que há pessoas morando no espaço?

    Desde 1998, há astronautas construindo a Estação Espacial Internacional. Em 2011, a estação ficou pronta, e é usada desde então como laboratório. Enquanto realizam suas pesquisas, astronautas do mundo todo ficam morando lá. Comem, dormem e até se arrumam no espaço! A falta de gravidade pode tornar algumas tarefas desafiadoras. Mas mover objetos pesados acaba ficando mais fácil. Líquidos, em particular, podem ser um desafio, pois se comportam de maneira estranha. E de vez em quando, os astronautas precisam ir lá fora para reparar a estação. Mesmo com esses desafios, os pesquisadores conseguem fazer seu trabalho. Segundo a NASA, cada astronauta passa cerca de seis meses na estação. Esse período acaba lhes dando experiência em fazer quarentena. A estação está sempre equipada com todas as provisões de que eles precisam. E quando a saudade de casa bate, é só olhar pela janela. Veja mais •Por que temos cera no ouvido? •Os idiomas mais falados do mundo •Conheça a cidade com o nome mais longo do mundo

  • Por que os gatos se lambem tanto?
    Saúde
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    Por que os gatos se lambem tanto?

    Se você tem um companheiro felino, já teve ter percebido isto. Ele passa muito tempo lambendo a si mesmo. E às vezes, se você tem dois gatos, pode ser que um lamba o outro! Mas por que eles fazem isso? Esse é um comportamento que os gatos herdaram de seus ancestrais selvagens. Na selva, os gatos se lambiam para manter o pelo limpo e livre de parasitas. Gatos também se guiam por odores, e se lambem para tirar cheiros estranhos de seu pelo. Além disso, os gatos selvagens se lambiam depois de caçar. Isso era importante para tirar os restos de sangue e vísceras da presa. Esses restos soltavam cheiro, e podiam atrair predadores maiores. E embora hoje em dia eles só cacem brinquedos, seguem tendo esse comportamento. Mas se você achar que seu gato está se lambendo demais, fique atento! Pode ser um sinal de que o bichinho está sofrendo de estresse. Veja mais •Quem eram os Vikings? •Sabia que o maior acidente radiológico do mundo aconteceu no Brasil? •Conheça o animal mais feio do mundo