LeBron reclama de suspensão após agressão a adversário

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Astro foi fundamental para vitória do Lakers sobre o Indiana Pacers. Foto: Andy Lyons/Getty Images
Astro foi fundamental para vitória do Lakers sobre o Indiana Pacers. Foto: Andy Lyons/Getty Images

O assunto da noite deveria ser o protagonismo de LeBron James, que mais uma vez foi peça fundamental na vitória do Lakers, sobre o Indiana Pacers, por 124 a 116. O astro anotou 39 pontos e chamou a responsabilidade no último período e também na prorrogação.

Mas ninguém se esqueceu da agressão do jogador da equipe da Califórnia, ao dar um soco no rosto de Isiah Stewart, do Detroit Pistons, em jogo do último fim de semana. Pelo ato, LeBron foi suspenso por um jogo e não esteve em quadra na derrota da sua equipe para o New York Knicks, na última terça-feira.

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Após o triunfo em Indianápolis, o astro se defendeu explicando o lance e afirmou não ter agredido intencionalmente o rival.

“O cotovelo dele ficou meio alto, e - se você olhar, se você assistir ao vídeo - me desequilibrou um pouco. Seu cotovelo ergueu meu braço e, basicamente, tentei nadar em cima dele, em seu braço. E quando eu balancei para baixo em seu braço, ele perdeu o equilíbrio, e o lado esquerdo da minha mão roçou seu rosto. E eu soube na hora. Eu soube imediatamente que havia pegado uma parte de sua cabeça. Eu fui para me desculpar com ele e, obviamente, vocês viram o que aconteceu depois disso. Mas, definitivamente, foi acidental”, disse.

LeBron que teria tentado o contato do rival para pedir desculpas pelo ocorrido, disse entender que a suspensão foi exagerada e seguiu contestando a decisão da NBA.

“Eu odeio ver o que aumentou depois disso. Não achei que justificasse (uma suspensão). Achei que justificaria uma expulsão por causa do que aconteceu depois disso. Continuar em quadra, ainda no jogo, com a empolgação dos fãs e o que poderia acontecer depois disso, obviamente. Mas uma suspensão, eu não pensei que fosse justificada. Mas a liga fez essa decisão e estamos aqui hoje”, comentou.

Para fechar o assunto ele ainda lamentou o fato de não ter jogado no Madison Square Garden, um dos templos mundiais do basquete, casa do New York Knicks.

“Fiquei arrasado. É o meu lugar preferido no mundo para jogar. Estava ansioso por isso. Mas é o que é”, finalizou.

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